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Postos de gasolina terão carregador de carro elétrico na Alemanha

Para cumprir a promessa o país precisa de mais 70 mil estações de recarga de carros elétricos, junto de 7 mil para carga rápida

A Alemanha passará a obrigar que postos de gasolina também ofereçam opções de carregador de carro elétrico em todo o país. A atitude pode diminuir um dos principais pontos negativos de ter um veículo que utiliza baterias como combustível, que é a autonomia de uma viagem.

A obrigação faz parte de um pacote de 130 bilhões de euros que o país europeu destinou para a recuperação econômica da Alemanha. Deste montante, 2,5 bilhões de euros serão focados na produção das baterias para os carros e na infraestrutura necessária para que todos os postos de gasolina ofereçam os carregadores.

Um dos grandes limitadores da troca de carros que utilizam combustíveis fósseis para os elétricos está na autonomia em uma longa viagem. É muito fácil encontrar posto de combustível em qualquer cidade, mas a presença de tomadas especializadas não segue o mesmo padrão – está muito longe disso, principalmente em cidades distantes de grandes centros.

Em março deste ano, a Alemanha contava com 27.730 estações de carga para veículos elétricos e precisará de mais 70 mil delas, com 7 mil dedicadas para carga rápida para cumprir a exigência. Todas as estações são voltadas para uma recarga mais veloz do que uma tomada convencional.

Apenas por comparação, o Chevrolet Bolt que foi lançado no Brasil pode ser abastecido por uma tomada de 220 volts, ou um carregador específico e que faz o tempo de carregamento baixar em quatro vezes, adicionando 40 quilômetros de autonomia a cada hora de tomada. A solução de alta voltagem para carregar ainda mais rápido consegue inserir até 160 quilômetros de autonomia em 30 minutos de uso.

Além da Alemanha, a França também anunciou uma medida semelhante para a retomada da economia e que envolve carregador de carro elétrico. O país vizinho foi menos agressivo e a proposta envolve apenas 8 bilhões de euros.

Com informações: Reuters.

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