Anatel autoriza Safra a funcionar como operadora móvel

J. Safra Telecomunicações faz parte do Grupo Safra e vai utilizar a rede da Claro

Paulo Higa
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• Atualizado há 2 anos e 5 meses

A Anatel publicou nesta sexta-feira (6) a autorização de funcionamento de mais uma operadora virtual (MVNO) no país: a J. Safra Telecomunicações. A empresa faz parte do mesmo grupo que administra o Banco Safra e utilizará a infraestrutura da Claro para oferecer o serviço de telefonia móvel.

A publicação no Diário Oficial da União informa que a J. Safra Telecomunicações possui autorização para explorar o Serviço Móvel Pessoal (SMP), por prazo indeterminado, nas regiões I, II e III do Plano Geral de Autorizações, ou seja, em todo o território brasileiro.

Ainda não há informações sobre os serviços da operadora virtual, mas sabemos que o Grupo Safra oferece o terminal de pagamento Safrapay, cuja versão móvel utiliza rede 3G para se comunicar, então é quase certo que a comunicação M2M (Machine to Machine) está nos planos da empresa.

O contrato da J. Safra Telecomunicações com a Claro dura 10 anos, e os valores não foram divulgados. O Grupo Safra já foi o principal acionista da BCP, operadora vendida para o grupo mexicano Telmex, que posteriormente passou a controlar a Claro.

Com a autorização, a J. Safra se junta a outras empresas que possuem operadoras virtuais no Brasil: os Correios, que administram o Correios Celular; a Porto Seguro, com a Porto Seguro Conecta; e a Datora, que opera como Vodafone Brasil e oferece serviços M2M para telemetria, rastreamento de veículos, segurança patrimonial e outras áreas.

Com informações: TeleSíntese.

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Paulo Higa

Paulo Higa

Ex-editor executivo

Paulo Higa é jornalista com MBA em Gestão pela FGV e uma década de experiência na cobertura de tecnologia. No Tecnoblog, atuou como editor-executivo e head de operações entre 2012 e 2023. Viajou para mais de 10 países para acompanhar eventos da indústria e já publicou 400 reviews de celulares, TVs e computadores. Foi coapresentador do Tecnocast e usa a desculpa de ser maratonista para testar wearables que ainda nem chegaram ao Brasil.

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