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Zenfone 3 Zoom: foco em câmera e bateria

Smartphone da Asus entrega fotos de alta qualidade com zoom óptico e tem bateria para durar o dia inteiro

Por
13/04/2017 às 14h43
8.1

Prós

  • Bateria de longa duração
  • Câmeras de excelente qualidade e com zoom óptico
  • Tela AMOLED com alto brilho

Contras

  • Android da Asus ainda precisa se alfabetizar em português
  • Qual o problema de colocar NFC?
  • Sistema operacional de 2015 em smartphone de 2017

Os smartphones com duas câmeras são a nova tendência do mercado, depois que a Qualcomm desenvolveu uma tecnologia que torna mais simples o trabalho das fabricantes. A Asus está aproveitando a oportunidade com o Zenfone 3 Zoom, o segundo aparelho da taiwanesa capaz de tirar fotos com zoom óptico.

Diferente da primeira geração, que adotava um mecanismo complexo na objetiva para enxergar mais longe, o Zenfone 3 Zoom possui um sistema de duas lentes: uma normal e uma quase teleobjetiva, que permite zoom de 2,3x sem prejudicar a qualidade da imagem. Além disso, o aparelho conta com design renovado e uma bateria gigante. Será que ele é uma boa opção? Eu conto tudo nos próximos minutos.

Em vídeo

Design e tela

Você prefere alumínio ou vidro? Essa é basicamente a diferença entre o Zenfone 3 e o Zenfone 3 Zoom no design. O novo smartphone da Asus tem um corpo de metal com laterais arredondadas que lembra muito um certo smartphone da Apple, mas continua com as mesmas linhas da taiwanesa, com botões capacitivos sem retroiluminação na parte frontal e as linhas concêntricas nos comandos laterais.

É um aparelho relativamente leve (170 gramas) e fino (8 mm) quando se considera a capacidade da bateria que a Asus foi capaz de colocar dentro do aparelho, de 5.000 mAh. A pegada é a mesma do Zenfone 3, sendo um aparelho grandinho para utilizar com apenas uma mão, mas com a vantagem de não ser um ímã de impressões digitais e não escorregar como sabão em superfícies planas.

Os dois pontos negativos em potencial continuam presentes. O primeiro é a bandeja híbrida dos cartões SIM: você precisa escolher se quer colocar um microSD e um chip, ou dois chips e nenhum microSD. Isso pode ser um problema para quem tira fotos em RAW e filma em 4K, já que esses arquivos consomem muito espaço — particularmente, já lotei 160 GB de armazenamento no meu smartphone pessoal.

O outro é o leitor de impressões digitais na traseira, a pior posição existente. Meu argumento continua o mesmo: quando o aparelho está sobre uma mesa e você recebe uma notificação, é uma falha de design ter que levantá-lo só para colocar o dedo ali; eu sempre acabo digitando a senha em smartphones assim. E, ainda que essa posição seja “natural” para o dedo ao tirar o celular do bolso, o aparelho fica sobre uma superfície na maior parte do tempo, não dentro do bolso.

Apesar da posição ruim, vale uma observação: o leitor de impressões digitais do Zenfone 3 Zoom é um dos mais eficientes que eu já tive contato. Ele praticamente não falhou no reconhecimento do meu dedo durante as duas semanas de teste e sempre foi muito rápido para desbloquear a tela.

Houve uma mudança na tela de 5,5 polegadas, que passou de IPS LCD para AMOLED, algo que faz mais sentido quando pensamos em um smartphone voltado para fotografia, desde que o painel AMOLED seja de boa qualidade — e esse é o caso do Zenfone 3 Zoom. É uma tela com alto brilho, capaz de reproduzir corretamente os pretos das imagens, e com definição impecável.

Minha crítica fica por conta das cores, que são muito estouradas por padrão e fazem o mundo parecer um arco-íris. Tudo é vermelho demais e verde demais, lembrando o AMOLED de baixa qualidade que a Motorola colocava em seus aparelhos há dois ou três anos. Felizmente, basta trocar o modo de Super Cor para Padrão (que não é o padrão!) para que o display pare de exagerar na saturação.

Software

O software do Zenfone 3 Zoom é basicamente o mesmo do Zenfone 3, ou seja, é ruim.

A Asus corrigiu boa parte dos erros de português que denunciavam o desleixo no software, mas o Zenfone 3 Zoom ainda precisa terminar de ser alfabetizado, especialmente no gerenciador de notificações, que exibe na tela principal “diarimamente” e “diáriamente”, duas formas diferentes de escrever errado a mesma palavra.

A maior parte dos bloatwares, outro problema do software da Asus, também foi embora. Entre os joguinhos, ele vem apenas com Need for Speed: No Limits e SimCity, o que já é um bom avanço. Também são pré-instalados os aplicativos do Facebook (incluindo Messenger e Instagram), que você baixaria de qualquer forma, e as ferramentas de utilidade questionável da Asus, como um aplicativo de colagem de fotos, uma cópia do Instagram e uma régua que mede distâncias por meio do laser da câmera.

Mas a grande questão ainda não resolvida pela Asus é o atraso nas versões do Android — ele ainda roda o Marshmallow. Não há como perdoar um smartphone de 2017 que traz um Android de 2015. As principais concorrentes, incluindo Samsung, Lenovo e LG, já estão lançando aparelhos com Nougat de fábrica, em todas as faixas de preço.

A Asus promete liberar a atualização para o Android 7.0 Nougat até o final do segundo trimestre, quando todos estaremos aguardando o Android O. Como a fabricante taiwanesa se compromete publicamente com apenas uma atualização de “sabor” do Android, é melhor não criar expectativas para recebê-lo.

Câmera

Duas câmeras, sensor de 12 megapixels da Sony com foco por detecção de fase e tecnologia Dual Pixel, lente principal com abertura f/1,7 e uma segunda lente de 59 mm f/2,6. Isso é bonito na teoria. E continua sendo na prática. O Zenfone 3 Zoom tem uma das melhores câmeras que eu já testei em um smartphone.

As melhorias no conjunto óptico fizeram muito bem ao smartphone focado em câmera. Mesmo em condições de iluminação ruins, o aparelho da Asus consegue passar na prova, sem aumentar muito o nível de ruído, mantendo um bom nível de detalhes e apresentando boas cores. Uma das características do pós-processamento da Asus é privilegiar o contraste da imagem, e isso continua aqui.

Com bastante iluminação natural, o Zenfone 3 Zoom se mostra capaz de atingir um alcance dinâmico satisfatório, não estourando as cenas com tanta frequência como acontecia no Zenfone 3. Os resultados agradam, tanto na distância focal padrão quanto com zoom de 2,3x — que, se não é uma aproximação tão grande, pelo menos ajuda um pouquinho no enquadramento.

Em ambientes internos ou à noite, as fotos saem boas desde que você não aplique o zoom óptico. Por ter uma abertura menor, a lente da câmera secundária sofre um pouco para manter a velocidade do obturador sem aumentar tanto o ISO, o que por vezes acaba resultando em fotos com ruído excessivo ou tremidas, mesmo com a estabilização óptica do aparelho.

A adoção de uma lente com distância focal maior e abertura tão grande quanto a f/1,7 da lente principal resultaria, provavelmente, em um produto sensivelmente mais caro, então dá para relevar esse ponto se considerarmos que o aparelho parte de R$ 1.899. O zoom óptico de 2,3x é interessante e funciona bem na maioria das situações.

A câmera frontal, que curiosamente possui resolução maior que a traseira, com 13 megapixels, tira selfies bem definidas, embora sofra um pouco mais com pontos de iluminação; é comum haver regiões estouradas ou escuras demais. Uma curiosidade: o sensor frontal, um Sony IMX214, é o mesmo da traseira do Moto G de 3ª geração. É um bom exemplo de como componentes mais “simples” podem fazer bons trabalhos no futuro.

A crítica fica por conta do pós-processamento imprevisível da Asus. Ele faz um trabalho bom na maioria das vezes, mas é bem inconsistente nas cores: você nunca sabe exatamente como vai ser o resultado final. O Zenfone 3 Zoom chegou ao ponto de gerar cinco fotos com cinco tons de cores diferentes — todas as imagens eram da mesma cena e foram tiradas no mesmo minuto. Olha só:

Desconsiderando os detalhes mínimos, a câmera do Zenfone 3 Zoom é uma das melhores do mercado, não apenas em sua faixa de preço, mas entre todos os smartphones disponíveis no mercado brasileiro. Se o objetivo é fotografar, é pouco provável que você se arrependa.

Hardware e bateria

A versão do Zenfone 3 Zoom que testei foi a mais cara, de R$ 2.499, com 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno. São números que fazem sentido quando pensamos no foco do aparelho, que é a câmera. Não é preciso muito esforço para lotar a memória quando se pode tirar fotos em RAW e gravar vídeos em 4K. Ainda assim, há versões de R$ 1.899 (3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento) e R$ 2.199 (4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento).

Mesmo custando o preço de um topo de linha da geração passada, o Zenfone 3 Zoom é equipado com um processador octa-core Snapdragon 625, o mesmo que está dentro de aparelhos da faixa dos R$ 1,5 mil. Na prática, se você não roda jogos muito pesados com os gráficos no máximo, é um chip competente, que não deve apresentar sinais de gargalo durante um bom tempo. De qualquer forma, não dá para desconsiderar que, se o seu negócio é potência, o Zenfone 3 Zoom não é um aparelho para você.

Mas o ponto forte do Zenfone 3 Zoom é a duração da bateria. Nos meus testes, eu tirei o aparelho da tomada às 9 horas do primeiro dia, fiz streaming de música no 4G por 3h e naveguei na web por 4h, entre redes sociais, e-mails e páginas da web, também pela rede móvel. A tela ficou ligada por exatamente 4h32min, com brilho no automático. No segundo dia, às 22h46, ainda havia 20% de carga. É um resultado semelhante ao do Galaxy A9, que tinha uma bateria de mesma capacidade.

A bateria deve durar bastante sem uso intenso de dados móveis: depois de reproduzir O Poderoso Chefão: Parte II por streaming na Netflix, no Wi-Fi (são 3h22min de filme!), a bateria caiu de 100% para 84%, com o brilho da tela no máximo. Em média, os aparelhos chegam até o final desse teste com cerca de 70% de carga.

É uma autonomia tão boa que a Asus colocou um acessório para permitir o carregamento reverso. Por meio do adaptador USB-C macho para USB-A fêmea, incluso na caixa, você consegue recarregar outros smartphones com a bateria de 5.000 mAh do Zenfone 3 Zoom. Tudo bem, você precisa ficar carregando esse adaptador se quiser utilizar o recurso, mas é uma boa utilidade para uma bateria que acaba sobrando no dia a dia.

Aqui, vale notar que, em dois ciclos, por algum motivo desconhecido, o aplicativo de galeria de imagem ficou rodando em segundo plano e gastou mais bateria que o aceitável (mais de 600 mAh). Outros usuários relataram o mesmo problema. Nessas ocasiões, o Zenfone 3 Zoom chegou até o final do primeiro dia com carga entre 25% e 35%, insuficiente para um segundo dia completo. Trata-se de um bug de software, que não acontece sempre e deve ser corrigido pela fabricante.

Conclusão

O Zenfone 3 Zoom é um aparelho que foca em câmera e bateria, e se sai bem nesses dois pontos.

A câmera é uma das melhores do mercado, tirando fotos com boas cores e nível de detalhes em qualquer condição de iluminação. O novo projeto de zoom óptico do Zenfone 3 Zoom, com duas lentes fixas em vez do mecanismo complexo do Zenfone Zoom, fez muito bem ao aparelho — as fotos têm qualidade significativamente superior, a aplicação de zoom é instantânea e a captura é bem rápida. Nem parece que os dois produtos vêm da mesma empresa.

E a autonomia se mostrou muito boa, dentro do que espero para um smartphone com bateria gigante e processador Snapdragon 625. Baterias cada vez maiores nos smartphones são uma tendência, e é legal ver que a Asus conseguiu colocar uma com capacidade de 5.000 mAh em um aparelho relativamente fino e leve.

Ainda assim, o Zenfone 3 Zoom não é um aparelho livre de defeitos. O Android melhorou um pouquinho, mas continua no padrão Asus de qualidade. Tem erros primários, tem um bug que fica drenando a bateria em certas ocasiões e ainda traz muitos aplicativos desnecessários que não podem ser totalmente desinstalados. Sem contar que a Asus continua sendo a recordista em demorar para liberar atualizações.

Além disso, vale lembrar que o aparelho da Asus está em uma faixa de preço bastante complicada, já que ele sofre a concorrência de smartphones topo de linha, com hardware mais potente e câmeras tão boas quanto, que é o caso do Galaxy S7. Ele foi lançado por R$ 3.799, mas hoje pode ser encontrado facilmente com preços de R$ 1,9 mil a R$ 2,3 mil; não precisa esperar nenhuma promoção. Você perde no zoom óptico e na bateria, mas ganha em tela, ganha em software e ganha em desempenho.

Se você não faz questão do melhor hardware disponível no mercado, gosta de tirar fotos e não quer se preocupar em ter que ficar recarregando o aparelho no meio do dia, vale incluir o Zenfone 3 Zoom na sua lista de compras.

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Especificações técnicas

  • Bateria: 5.000 mAh;
  • Câmera: 12 megapixels (traseira) e 13 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11n, GPS, GLONASS, Bluetooth 4.2, USB-C, rádio FM;
  • Dimensões: 154,3 x 77 x 8 mm;
  • GPU: Adreno 506;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 2 TB;
  • Memória interna: 32 GB, 64 GB ou 128 GB;
  • Memória RAM: 3 GB ou 4 GB;
  • Peso: 170 gramas;
  • Plataforma: Android 6.0 Marshmallow;
  • Processador: octa-core Snapdragon 625 de 2,0 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, giroscópio, sensor de impressões digitais;
  • Tela: IPS LCD de 5,5 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels e proteção Gorilla Glass 5.

Notas Individuais

Design
8
Tela
9
Câmera
9
Desempenho
8
Software
6
Bateria
9
Conectividade
8
  • leoleonardo85

    Eu peguei um Moto Z Play essa semana e fui pro Time do Higa, leitor biométrico logo abaixo da tela é melhor que atrás do smartphone.

    • Henrique Queirós

      No meu que era na frente eu nem usava, agora, atrás, eu uso todos os dias, até esqueço a senha as vezes.

    • Robson Gomes Bastos

      É bem melhor mesmo, mas com os desbloqueios por localização e com acessórios bluetooth fica quase que dispensável.

    • Renan Araújo

      Ainda acho atrás mais bacana. Z Play por exemplo é bem grande e talvez algumas pessoas encontrem dificuldade em desbloqueio com uma só mão. Atrás me parece bem mais natural

    • Igor Ferraz

      Concordo. Estou com um Zuk Z2 (possui leitor biométrico frontal) e estou achando bem melhor!

    • Mends

      Leitor biométrico na frente ou na traseira tem suas vantagens e desvantagens, o melhor mesmo é quando esta na lateral, no botão de desbloqueio, pena que só a sony fez isso até onde eu sei.

      • Léx Ferracioli

        Ergonomicamente falando, acho na lateral a melhor opção. E realmente uma pena só a Sony fazer isso até agora 🙁

      • Sim, só a Sony que fez, deveria ser ótimo na prática, mas não é… pelo menos no meu Z5 é um parto desbloquear pq ele é muito impreciso. Eu preciso colocar o dedo 3 vezes pra dar certo, lembra o sensor do S5, só que pior, tanto que tenho que tirar o celular da mesa pra acertar bem o dedo, invalidando a certa vantagem dessa posição… E tem outra, isso só é possível pq o Z5 é um tijolinho, o ZenFone 3 Zoom ou outro aparelho mais fino não abrigaria um sensor na lateral. :((

    • Bruno Alexandre

      Também prefiro na frente

    • Toda vida a biometria na frente.

    • Sim, só a Sony que fez, deveria ser ótimo na prática, mas não é… pelo menos no meu Z5 é um parto desbloquear pq ele é muito impreciso. Eu preciso colocar o dedo 3 vezes pra dar certo, lembra o sensor do S5, só que pior, tanto que tenho que tirar o celular da mesa pra acertar bem o dedo, invalidando a certa vantagem dessa posição… E tem outra, isso só é possível pq o Z5 é um tijolinho, o ZenFone 3 Zoom ou outro aparelho mais fino não abrigaria um sensor na lateral. 🙁

  • Jonas S. Marques

    Não tem NFC, Android todo bugado, não tem nem se quer Wi-fi AC que sim, é bem importante pra quem tira fotos.
    Vai entender a Asus.

    • David Diniz

      O que tem a ver o WI fi AC com quem tira fotos? Essa não entendi.

      • Jonas S. Marques

        Se você tira fotos em RAW, se tira fotos com alta qualidade e se deseja, por exemplo, passar estas fotos para o seu computador de edição através de sua própria rede ou mesmo através da nuvem precisa contar com a maior velocidade possível.

        • David Diniz

          Mas acho que só 0,01% das pessoas usam isso, no mundo real a tecnologia N dá conta do recado…

          • Jonas S. Marques

            Mas esse aparelho é feito justamente para esse público de 0,01 por cento que se importa com essas coisas…

          • Não custa nada ter, 802.11AC é trivial. É o mínimo que se espera.

            Mandar para cloud na internet não vai fazer diferença, pois a largura de banda da internet não costuma ter todo esse desempenho do AC. Mas para compartilhar conteúdo na LAN, para espelhar filme na TV, para transferir fotos, de fato tem que ter. É trivial.

        • Jorge Luis

          neste caso a placa de rede do computador também precisaria desta tecnologia né? Em notebooks é trivial esse AC?

          • Jonas S. Marques

            Sim, e é por isso que já tem.

    • Marco Versiani

      Uma importante função que Vejo no Wi-Fi AC é na hora de espelhar as fotos e, sobretudo, vídeos para a TV.

  • Henrique Queirós

    O que fode pra mim é esse software ridículo e poluído

    • Bruno Pinho

      Com alguns ajustes nas configurações ele fica aceitável. Tenho um Zenfone 3.

      • Batatinha

        Concordo. Software é o de menos, dá pra configurar e até substituir, se a pessoa estiver disposta. Mas há pessoas que consideram como fator na compra o sistema, que já deve vir pronto pra uso do jeito que a pessoa quer.

      • Henrique Queirós

        Eu tive um 3, não gostei

      • Nova Prime nele fica show

    • Robson Gomes Bastos

      Se dessem uma reformulada geral a asus bombaria.

  • De intermediário pra cima, NFC deveria ser item de série…

    • William Lima Crisostomo

      Onde usa esse negócio ? MEu celular diz ter NFC e meu notebook tem também…mas saber a utilidade, ainda não me veio essa luz.

      • Meganegão

        E bem utilquando se precisa trocar dados entre dispositivos. Ao invés de parear com senha, procurar dispositivos… E so aproximar os dispositivos um do outro, em celulares e so encostar a parte traseira e estarão prontos para trocar arquivos.

        • Pois é, encontrar motivo pra ter é fácil.

          Usar de fato, é irreal. É o tipo de funcionalidade que está lá só pra dizer que tem. Não faz falta. Acho que em 5 anos, uma vez, vou arriscar duas vezes, eu fiz esse tipo de troca de contato direto com outro telefone e se o recurso não estivesse presente, eu teria 10 outras formas de fazer.

          O NFC é motivo real, somente para pagamentos. E isso não deslanchou ainda. E cada fornecedor tem o seu. Apple Pay, Samsung Pay, limita-se a fabricante e modelo. Uma droga.

  • Rafael Carneiro

    A sinceridade do Higa é o melhor! haha
    Eu ia esperar cair o preço pra pegar ele, mas desisti.Vou pro A5 2017 mesmo.

  • Matheus Alexandre

    Bem legal!

  • David

    S7 nele.

  • shinodaluk

    Esse aparelho tem carregamento rápido?

    • Felipe Ventura

      Sim, e ele vem com o carregador de 10 W.

    • Tem, o Snap 625 aceita QC 3.0, mas a Asus não manda um carregador compatível, logo, você terá que comprar um para aproveitar o recurso. PS: A carga completa com o carregador padrão (10W) demora umas 3 horas indo de 5 a 100%, com o QC 3.0 são cerca de 2h.

    • Bruno Alexandre

      Vem com quick 1.0…deveria vir com 3.0

      • E nesse caso é ainda pior, já que por usar USB-C o número de carregadores QC 3.0 é bem mais limitado (ainda).

  • pedroca

    NFC, acho desnecessário. Sempre tive em todos smarts e nunca usei…

    A questão do sensor biometrico eu meio que discordo, sei que pra desbloquear o aparelho vc terá que pegar para colocar o dedo, mas, ele sendo na frente vc tbm tera que pegar ele na mao para usar ele, logo, tanto faz a posição.
    “a mas eu nao quero desbloquear ele, só verificar a notificação”
    simples, apenas aperte o botão de desbloqueio ou qualquer outro botao, dois toques na tela…

    • Yago G. Oliveira

      No dia que você descobrir os pagamentos via NFC vai se dar conta a usabilidade.
      Na questão do sensor, um telefone deve ser ajustado ao humano, cara, não você se ajustar a ele.

      • Apple Pay, Samsung Pay, cada fornecedor com a sua solução fechada.

        Pra que dizer que tem NFC ? É um tecniquês que o cliente não precisa saber. Só queremos um recurso de pagamento, simples, fácil e de boa cobertura.

        • Yago G. Oliveira

          Android pay já engloba isso. Mas no caso de cada fornecedor, nada mais é do que o início em que todos querem ser os primeiros e no final não muda muita coisa de um pra outro.

          • Acho que não, SAMSUNG PAY é uma solução própria do fornecedor, só paga quem tem celular Samsung. E esta vindo com tudo no Brasil, faz diferença quem tem celular Samsung, e não tem nada a ver com Android. Apple Pay a mesma coisa que a Samsung, fechado e proprietário, pena que não chegou no Brasil ainda. E Google Pay é outra opção.

          • Yago G. Oliveira

            Falo do Android pay, Google pay é outro meio. Nem sei se só funcionará nos Nexus, não entrei no assunto. Mas enfim, essa questão de cada uma ter, é bem específico por ser algo novo.

  • Rookie naz

    Também são pré-instalados os aplicativos do Facebook (incluindo Messenger e Instagram), que você baixaria de qualquer forma.

    Obs:Não, não baixaria
    Obs2: se tiver como desinstalar beleza agora se só poder desabilitar é um porre.

    • Rafael Rocha

      Realmente. Embarcar Face, Messenger e Instagram é MUITA sacanagem. Já faz quase meio ano que me livrei destas pragas e não sinto nenhuma falta.

  • Alf

    Qual é a música no final do vídeo ?

  • Eduardo Kaname Snider Bastos

    é 6 mil miliampere ou 5 mil miliampere? o.0

  • Sergio Rainor

    Estou com o Zenfone 3 Zoom há mais de uma semana e estou achando ótimo. Rodo jogos pesados sem lag algum, as fotos são ótimas, a bateria dura um monte, a tela é bonita, tenho 64Gb para instalar o que eu quiser. Usava um S7 (que passei para minha esposa) e mudei para o Zenfone por causa da bateria. Não me arrependo, o S7 tem tela mais bonita, tamanho melhor para carregar, mas no resto não vejo diferença para o celular da Asus. Além disso o sensor de digitais do Zenfone é mil vezes melhor e mais rápido que o do S7.

  • FABIO NEVES

    Essa UI da Asus é uma das coisas mais horrorosas da atualidade.
    Substituiu com toda competência a touchwiz de 2012.

    • Rafael Rocha

      Ainda bem que um launcher resolve parte do problema… Pior é não ter como desinstalar o que vem de “brinde”.

  • Radialista Da Mata

    Genteee, eu tive 3 modelos diferentes da Asus e as elogio, sé que peguei um Lenovo vibe A7010 e uso até hoje porque diante da experiencia ganhou !! E ele já esta fora de fabricação mas é melhor do que os mais recentes !! abraços

  • Don Ramón

    Eu consigo até dois dias de bateria com o Zenfone 3 e seus 3000mAh. Com esse aí bateria na porta dos quatro dias… rsrsrsrs

  • Diogo Mendes

    Esses novos Smartphone intermediário esta decepcionando. Pegar um moto z play ou zenfone 3 zoom que custa uns R$2000, não consegue bater um oto x 2014 em desempenho.

    • Pedro Resende

      Batem o X 2014 sim.

  • Bruno ✔

    Este zoom de câmera dupla é melhor do que imaginei.

  • Trovalds

    Comecei a ler os reviews, vi Paulo Higa, rolo pra baixo e… Thiago Mobilon nas fotos? Fiquei com aquela cara de “uai”. Mas o nosso legítimo filho da terra do sol apareceu depois!

    Agora falando sério: quando é que vão acabar com essa coisa de “RAW” em celular? Duvido que não tenha um mísero pós-processamento. Quem sabe um pouco sobre fotografia sabe que antes de mais nada tudo é luz. E pra se captar luz com decência precisa-se de uma lente decente E de um sensor idem. Agora como 2 lentes minúsculas e um sensor mais minúsculo ainda são capazes de oferecer fotos de qualidade sem pós-processamento nenhum? Não, não caio nessa conversa.

    • Wellington Gabriel de Borba

      Eu quero saber como faz para fotografar com RAW, uma vez que JPEG tem compressão.

  • Thiago Mobilon com esses cabelos grisalhos, nossa, tá mto gato, gente!😍

  • Igor Silva

    quando a asus vai aprender que não adianta ter um hardware, bateria e câmeras de ponta se o software é horrível e totalmente desatualizado?

  • Newton Carneiro

    olha como humano sempre nada está bom ,mas nossa Asus no atual momento no mundo e a maior tecnologia de ponta depois vem nossa Acer ,eles pecaram muito no inicio deste febre do celular de valorizar pouco este nosso continente nossa América do Sul e as outras marcas fizeram o inverso ,mas agora parece que acordaram ,isso e ruim pra as outras marcas que além de muito caro ,não tem tecnologia de ponta como eles neste momento ,tanto que assim também vem o caso dos computadores

  • Cristiano Dias de Sá

    O Tecnoblog atualizou o smartphone assim que o recebeu? Tenho um Zenfone 3 (não o Zoom) comprado faz 1 mês a logo saiu a atualização de software (Android 7 + interface ZenUi) e ficou ótimo. Muitos apps pré-instalados podem ser desinstalados e/ou ocultados, não atrapalhando em nada. E essa interface da Asus achei excelente, acho q vai de gosto.
    Sobre o NFC, alguém usa isso? Fiquei com isso desde meu antigo Lumia por uns anos e nunca sequer testei.
    Quanto ao leitor biométrico, questão de gosto. Acho péssimo por exemplo usar o leitor na frente.

  • Leandro Gonçalves

    As análises do Higa realmente são uma das melhores.Equilibradas,ponderadas e justas.
    Eu particularmente gostei do smartphone.Não ligo muito pra versão de android.E muito menos ainda se tem NFC. Pra mim,tem que ser um aparelho ágil,sem “engasgos” , de ótima câmera e dual chip e uma bateria decente ( algo não raramente menosprezado pelas fabricantes hoje em dia! ).O zenfone3 zoom atende a estes critérios que julgo essenciais.Vou esperar o tempo passar um pouco e analisar relação custo x beneficio entre ele o S7 edge,que possivelmente terá os preços diminuídos com a chegada do S8 por aqui…