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Apple usa busca própria no iOS 14 como alternativa ao Google

Apple pode estar desenvolvendo mecanismo de busca para seus próprios produtos como alternativa ao Google, segundo jornal

Bruno Gall De Blasi Por

A Apple pode estar trabalhando em um serviço de busca próprio para os seus produtos. É o que aponta o Financial Times nesta quarta-feira (28): segundo o jornal, a companhia norte-americana está atrás de alternativas ao Google, que enfrenta um processo antitruste nos Estados Unidos.

Apple usa busca própria no iOS 14 como alternativa ao Google (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

Apple usa busca própria no iOS 14 como alternativa ao Google (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

Algumas pistas sobre a possível mudança foram deixadas pela própria companhia, afirma a reportagem. Silenciosamente, a Apple começou a apresentar os seus próprios resultados em pesquisas realizadas no iOS 14, levando os usuários aos sites diretamente pela busca da tela inicial do iPhone.

Os rastros também foram percebidos por especialistas. Ao Financial Times, o consultor de marketing digital Suganthan Mohanadasan conta que o AppleBot, mecanismo para indexar páginas da fabricante do iPhone, mostrou-se mais ativo que o normal em sites de seus clientes nas últimas semanas.

Procurada pelo jornal, a Apple não comentou sobre o assunto.

Google paga até US$ 12 bi à Apple para ser padrão no iOS, diz jornal

O Google deve pagar até US$ 12 bilhões à Apple para ser o buscador padrão do iOS e demais produtos da fabricante do iPhone. Segundo o New York Times neste domingo (25), o pagamento anual faz parte de um suposto acordo que foi renovado em 2017. O valor equivale entre 14% a 21% da receita anual da Apple.

A reportagem confere mais um episódio ao processo movido pelo governo dos Estados Unidos contra o Google, aberto no último dia 20, que acusa a empresa de manter monopólio ilegal em buscas e anúncios online. Em defesa, a empresa alega que a ação judicial “é profundamente falha” e que as pessoas usam seus serviços porque querem.

Com informações: Financial Times e Mashable

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