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OMS sugere usar pagamento por aproximação em vez de dinheiro

Segundo a Organização Mundial da Saúde, as cédulas podem facilitar a transmissão do novo coronavírus

Victor Hugo Silva
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Em meio à epidemia do novo coronavírus, a OMS (Organização Mundial da Saúde) alertou que cédulas de dinheiro podem abrigar vírus e acelerar a transmissão da doença. Por esse motivo, o órgão passou a recomendar o pagamento por aproximação sempre que possível.

OMS sugere pagamento por aproximação para evitar coronavírus

A declaração foi feita por um porta-voz da OMS. “Sabemos que o dinheiro muda de mãos com frequência e pode pegar todos os tipos de bactérias e vírus”, afirmou, segundo o The Telegraph. “Aconselhamos as pessoas a lavarem as mãos depois de manusearem as notas e a evitarem tocar no rosto”.

Ainda de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o vírus do Covid-19 pode permanecer em cédulas de dinheiro por alguns dias. O Bank of England, equivalente ao Banco Central do Reino Unido, também fez o alerta.

“As notas podem transportar bactérias ou vírus”, diz a instituição, segundo o Telegraph. O aviso, porém, explica à população que isso acontece com qualquer superfície que tem o contato de um grande número de pessoas.

“O risco causado pelo manuseio de uma nota de polímero não é maior do que tocar em qualquer outra superfície comum, como corrimãos, maçanetas ou cartões de crédito”, diz o Bank of England. O órgão monetário não pretende adotar nenhuma medida quanto às notas.

A China, por exemplo, passou a limpar notas potencialmente infectadas. O plano prevê a exigência para bancos literalmente lavarem o dinheiro e desinfetar as cédulas com luz ultravioleta e altas temperaturas. As notas devem ficar armazenadas por até 14 dias antes de voltarem a circular.

Além da saúde pública, o novo coronavírus tem afetado diversos setores, incluindo o de tecnologia. Nos últimos dias, o Facebook cancelou a próxima edição da F8, seu evento para desenvolvedores, e a Game Developers Conference foi adiada. Os casos mais recentes envolvem Google, Microsoft e Nvidia, que também suspenderam conferências que realizariam nas próximas semanas.

Victor Hugo Silva

Victor Hugo Silva é formado em jornalismo, mas começou sua carreira em tecnologia como desenvolvedor front-end, fazendo programação de sites institucionais. Neste escopo, adquiriu conhecimento em HTML, CSS, PHP e MySQL. Como repórter, tem passagem pelo iG e pelo G1, o portal de notícias da Globo. No Tecnoblog, foi redator, escrevendo sobre eletrônicos, redes sociais e negócios, entre 2018 e 2021.

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