Review Motorola Edge 30 Pro: topo de linha com traços de Moto G

Equipado com o Snapdragon 8 Gen 1, Motorola Edge 30 Pro é um aparelho premium que rivaliza com o iPhone 13 Pro Max e com o Galaxy S22

Darlan Helder
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Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Para bater de frente com os novos Galaxy S22, a Motorola não perdeu tempo e já oficializou o seu mais novo flagship. O Edge 30 Pro tem visual de Moto G, mas esconde um motor potente capaz de suprir todas as necessidades daquele consumidor mais exigente. O aparelho foi equipado com o processador mais poderoso da Qualcomm, o Snapdragon 8 Gen 1, tem 12 GB de RAM e tela OLED de quase 7 polegadas com taxa de atualização de 144 Hz. 

O Edge 30 Pro é a versão global do Edge X30, uma variante chinesa e que foi o primeiro smartphone do mundo a receber o chipset 8 Gen 1. Nos Estados Unidos, o 30 Pro foi anunciado por 999 dólares, mas no Brasil ele chegou custando R$ 6.499. Será que vale a pena? Eu usei o Edge 30 Pro como aparelho principal e compartilho a minha experiência de uso neste review. 

Análise do Motorola Edge 30 Pro em vídeo 

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O Edge 30 Pro foi fornecido pela Motorola por empréstimo e será devolvido à empresa após os testes. Para mais informações, acesse tecnoblog.net/etica

Design 

Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Se a Motorola me perguntasse qual o nome desse celular, eu com certeza diria que ele é um Moto G. Ao contrário do Edge 20, a empresa optou por trabalhar com um módulo traseiro circular que logo de cara causou estranheza em algumas pessoas. A construção me gerou sensações dúbias, pois sem nenhuma informação prévia, é difícil saber os materiais empregados, me deixando em dúvida se a empresa havia acertado ao escolher vidro ou errado ao optar pelo policarbonato. 

O Edge 30 Pro tem vidro na traseira com proteção Gorilla Glass 5. Eles bem que poderiam oferecer uma tecnologia mais recente, como o Gorilla Glass Victus Plus, encontrado, por exemplo, no rival Galaxy S22. Mesmo trabalhando com vidro, a fabricante não abandonou o material simples, afinal as laterais do smartphone são de policarbonato. Talvez o maior erro da Motorola com esse celular foi não entregar IP68 ou nenhuma outra proteção contra à água e à poeira. É simplesmente inaceitável para um aparelho dessa categoria. 

Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Seguindo os concorrentes, na borda inferior você encontrará apenas uma conexão, a USB tipo C e nada de entrada P2 para fones de ouvido. Mesmo assim, a empresa envia o acessório na caixa com conector USB-C, o que é um tanto surpreendente, já que boa parte das marcas não envia mais fone, sobretudo quando se trata de flagships. 

Tela e som 

Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

O Edge 30 Pro tem uma tela muito fluida graças à taxa de atualização de 144 Hz, o que torna a navegação muito mais ágil e precisa. Para fins de comparação, rivais como o iPhone 13 Pro Max e o Galaxy S22 oferecem 120 Hz, número que já é muito interessante. O painel adotado pelo Motorola é o OLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ (2400 x 1080 pixels), trazendo suporte ao HDR10+. 

O brilho não é dos mais intensos como vimos nos rivais, mas a fabricante conseguiu entregar uma tela decente para o consumo de filmes e jogos. Como já esperamos de um celular topo de linha, o painel apresenta boa definição, há um bom volume de cor e o conteúdo HDR vai chamar a sua atenção pelos excelentes contrastes. 

Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

No mercado norte-americano, o Edge 30 Pro é vendido com a caneta Stylus, mas estranhamente o acessório não virá ao Brasil, pelo menos por enquanto, já que a Motorola não descarta trazer ela em algum momento. 

Já no som, finalmente a empresa escutou os seus clientes e adicionou alto-falantes estéreos no modelo premium. Embora o áudio não seja tão alto nem definido, ele consegue criar um pouco de imersão. 

Software 

Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

A Motorola envia o Edge 30 Pro rodando o Android 12. Eles não fizeram grandes modificações em sua própria interface, então quem já está dentro do ecossistema só deve “estranhar” alguns elementos novos do Google. O software da Motorola não é o meu preferido no mundo Android, mas tem os seus méritos por ser estável, fácil de navegar e limpo, sem muitos apps de terceiros. 

O Android 12 deixou a central de controles com uma pegada flat, mais bonita e organizada. Além disso, as notificações na parte inferior promoveram uma melhor leitura e navegação. O Google também acertou nos widgets, agora ainda mais integrados ao sistema, com uma paleta de cor moderna que combina com todo o layout do Android atual. 

Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

No entanto, a política de atualizações faz a empresa norte-americana ser alvo de críticas. Enquanto a linha Galaxy S22 será atualizada até o Android 16, o Motorola Edge 30 Pro vai parar no Android 14. É uma decisão um tanto frustrante, ainda mais para um aparelho topo de linha. Mas é a decisão da Motorola e, pelo visto, as nossas reclamações recorrentes não têm surtido efeito lá dentro. 

Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Na parte de recursos, eles têm como diferencial o Ready For, concorrente do Samsung DeX. Com o auxílio de um cabo USB-C para HDMI, é possível conectar o Edge 30 Pro na TV ou monitor para ter uma experiência de desktop na tela grande, sendo possível assistir a filmes e séries de streaming, jogar ou fazer videochamadas usando o smartphone como webcam.  

A boa notícia é que você não precisa gastar R$ 150 num dongle para usufruir de algumas dessas funcionalidades. Através do Miracast, foi viável espelhar rapidamente numa TV antiga e aproveitar o software usando o celular como trackpad. A empresa usa uma interface muito semelhante ao de desktop, então, caso queira, você pode trabalhar por meio dessa solução. Além disso, a tecnologia é muito interessante para quem não tem Smart TV, já que todos os apps de streaming estão ali disponíveis no celular e podem ser abertos na tela maior. 

Câmeras 

Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Nas câmeras, eu esperava encontrar um conjunto mais agressivo que pudesse concorrer lado a lado com os high-ends da Apple, Xiaomi e Samsung. O modo retrato bem que podia ser trabalhado cem por cento no software, mas a empresa resolveu incluir uma lente ali para auxiliar no desfoque. No lugar dela, faria mais sentido incluir uma teleobjetiva, mais interessante atualmente. 

O sistema fotográfico do Edge 30 Pro é formado por três lentes, assim como o do Motorola Edge 20 Pro, mas a configuração é integralmente outra. O flagship mais recente foi equipado com uma câmera principal de 50 megapixels, uma lente híbrida (ultrawide e macro) também de 50 MP e fechamos com um sensor de profundidade de 2 megapixels. 

Foto tirada com a câmera principal do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera principal do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera principal do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera principal do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Em condições ideais de iluminação, tanto a principal como a ultrawide formam imagens com boa nitidez, atuando para valorizar os detalhes da cena. O sensor de profundidade na primeira câmera também é natural. Áreas esverdeadas e amareladas tendem a ganhar um reforço na saturação, mas o céu azul, que a Samsung realça consideravelmente em seus aparelhos, fica menos agressivo no Edge 30 Pro. As sombras, no entanto, acabam ficando escuras demais e deixam algumas fotografias estranhas.

Foto tirada com a câmera principal do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera principal do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera principal do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera principal do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera ultrawide do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera ultrawide do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera ultrawide do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera ultrawide do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera principal + sensor de profundidade do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera principal + sensor de profundidade do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

O modo escuro, chamado de Night Vision dentro da empresa, tem um desempenho inferior quando comparado ao do Galaxy S22 e do iPhone 13. Enquanto esses aparelhos dão um up no brilho para priorizar a nitidez, o Edge 30 Pro parece só elevar a coloração. Nem sempre o resultado é positivo, pois os ruídos seguem visíveis e as sombras permanecem intensas. 

Foto tirada com a câmera principal + modo Noite do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera principal + modo Noite do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera ultrawide + modo Noite do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera ultrawide + modo Noite do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

De volta à lente híbrida, você pode usá-la sempre que precisar para capturar objetos pequenos de perto. Não é comum encontrar macro em flagships, mas sabemos bem o quanto a Motorola a valoriza. Nessa configuração, eu consigo ter imagens com uma qualidade que uma lente dedicada para isso talvez não entregaria. Há uma boa definição no centro da imagem, elas são saturadas, mas sem exagerar, e apenas as distorções nas extremidades podem incomodar. 

Foto tirada com a câmera ultrawide/macro do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera ultrawide/macro do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera ultrawide/macro do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera ultrawide/macro do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera ultrawide/macro do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera ultrawide/macro do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

A câmera frontal impressiona por produzir selfies de 60 megapixels, a maior resolução do conjunto todo. Apesar dessa ostentação, o desempenho é apenas satisfatório e não chega a impressionar. Ela tem um aspecto natural, com excelente definição, mas de novo as sobras são as vilãs, podendo ficar fortes e acompanhadas de granulação. 

Foto tirada com a câmera  frontal do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera frontal do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera  frontal do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera frontal do Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Em filmagem, o aparelho não usa todo o poder de gravação do processador da Qualcomm. O Edge 30 Pro até grava em 8K a 30 frames por segundo, mas o 4K, mais popular atualmente, está limitado a 30 fps e não chega a 60 fps, infelizmente. 

Hardware e bateria 

O Motorola Edge 30 Pro usa o chipset Snapdragon 8 Gen 1 com suporte à rede 5G. O hardware ainda é composto por 12 GB de RAM e 256 GB de espaço interno, portanto números suficientes para atender a maioria das pessoas, e o desempenho em si é excelente. No uso diário, com aplicativos populares do cotidiano, ele não apresentou engasgos e rodou tudo sem nenhuma dificuldade. A taxa de atualização de 144 Hz, claro, é outra grande aliada nessa fluidez promovida. 

Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

A GPU Adreno do Qualcomm tem apresentado uma performance interessante com jogos mobile pesados. Títulos como Asphalt 9 e Dead by Daylight Mobile com os gráficos no ápice rodaram no Motorola com bastante habilidade, e apenas o aquecimento pode gerar incômodos, após alguns minutos de jogatina. 

Mas não é só em games pesados, o Edge 30 Pro esquenta consideravelmente durante a alimentação. Isso é normal em qualquer aparelho, mas aqui é um tanto exagerado. A célula que equipa ele é de 4.800 mAh, e há uma eficiência energética muito boa, mesmo em atividades extremas. 

Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Reproduzindo três horas de vídeo, uma hora de navegação nas redes sociais e 15 minutos de Asphalt 9, a bateria foi de 100% para 59%. É um resultado excelente, levando em consideração que o brilho da tela estava no máximo, no modo de 144 Hz e conectado ao Wi-Fi de 5 GHz. A alimentação é feita por um carregador potente de 68 watts, já incluso na caixa, que faz o celular atingir os 50% em cerca de 15 minutos.

Motorola Edge 30 Pro: vale a pena? 

Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

O Edge 30 Pro é a grande aposta da Motorola na categoria high-end em 2022. E o flagship tem algumas características interessantes para fisgar o público exigente. Podemos citar o melhor processador que você vai encontrar em um aparelho Android este ano, uma tela OLED que não é tão brilhante, mas entrega qualidade, além de uma eficiência energética excelente. 

Mesmo conquistando por esses caminhos, o Motorola dificilmente vai incomodar outros gigantes, como Galaxy S22, iPhone 13 Pro Max e Xiaomi 12 Pro, porque esses rivais sempre vão oferecer algo a mais. O que acontece é que a empresa norte-americana tomou decisões consideradas inaceitáveis para um aparelho tão caro como esse. 

Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Motorola Edge 30 Pro (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Não ter certificação IP68 contra água e à poeira é um retrocesso. A atual política de atualizações de Android da empresa também representa outro retrocesso. Por fim, eu gostaria muito de ver câmeras melhores, principalmente uma lente teleobjetiva, que está disponível no Edge 20 Pro. 

Por falar no antecessor, ele ainda comete um deslize aqui e outro ali, mas, a meu ver, se mostra mais interessante do que a geração atual. O Edge 30 Pro tinha tudo para ser um grande celular premium de 2022, mas esses detalhes negativos aqui citados me impedem de recomendar o aparelho antes da desvalorização.

Motorola Edge 30 Pro – ficha técnica

Motorola Edge 30 Pro
TelaOLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ (2400 x 1080 pixels), taxa de atualização de 144 Hz, taxa de amostragem de toque de 360 Hz, HDR10+
ProcessadorQualcomm Snapdragon 8 Gen 1
RAM12 GB
Armazenamento256 GB
Câmera traseira– principal: 50 megapixels
– ultrawide/macro: 50 megapixels
– profundidade: 2 megapixels
Câmera frontal60 megapixels
Bateria4.800 mAh com recarga de 68 watts (carregador na caixa)
Sistema operacionalAndroid 12
Conectividade5G, 4G, Wi-Fi 6E, Bluetooth, NFC e GPS
Maisleitor de impressões digitais, som estéreo e entrada para um chip de operadora, sem entrada para microSD
Dimensões163,1 x 76 x 8,8 mm
Peso196 gramas
Coresazul, branco

Review Motorola Edge 30 Pro

Prós

  • Tela de 144 Hz é uma manteiga derretida
  • Interface da empresa é estável e limpa
  • Tem bateria durável e um carregador potente
  • Snapdragon 8 Gen 1 entrega uma performance excelente

Contras

  • Não tem certificação contra à água e à poeira
  • Será atualizado até o Android 14
  • Faltou uma lente teleobjetiva
Nota Final 8.7
Bateria
9
Câmera
8
Conectividade
10
Desempenho
10
Design
8
Software
7
Tela
9
Darlan Helder

Ex-autor

Darlan Helder é jornalista e escreve sobre tecnologia desde 2019. Já analisou mais de 200 produtos, de smartphones e TVs a fones de ouvido e lâmpadas inteligentes. Também cobriu eventos de gigantes do setor, como Apple, Samsung, Motorola, LG, Xiaomi, Google, MediaTek, dentre outras. Ganhou menção honrosa no 15º Prêmio SAE de Jornalismo 2021 com a reportagem "Onde estão os carros autônomos que nos prometeram?", publicada no Tecnoblog. 

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