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Alcatel Idol 4: som poderoso num smartphone

Smartphone da Alcatel impressiona pela qualidade de áudio, mas peca na comparação com os concorrentes

Por
06/12/2016 às 13h00
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7.3

Prós

  • Alto-falante muito acima da média
  • Desempenho consistente
  • Design elegante de metal e vidro

Contras

  • Bateria poderia ter capacidade maior
  • Câmera tem baixo alcance dinâmico e sofre com pouca iluminação
  • Bem esquentadinho, mesmo sem uso pesado
  • Não tem entrada para dois chips
  • Não tem leitor de impressões digitais

A geração mudou, mas a estratégia continua a mesma: a Alcatel trouxe ao mercado brasileiro o Idol 4, um smartphone intermediário com foco em qualidade de som. Com alto-falantes duplos Waves MaxxAudio e fones de ouvido da JBL, ele quer competir com nomes como Moto G4 Plus, Quantum Fly e Galaxy A5. Será que consegue?

O smartphone da Alcatel tem bom desempenho? Os óculos de realidade virtual inclusos na caixa são bons? E a qualidade de áudio, é tudo isso que estão prometendo? Eu conto tudo nos próximos parágrafos.

Design e tela

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O Idol 4 é mais bonito pessoalmente do que nas fotos de divulgação. As bordas de alumínio passam boa impressão de robustez, apesar do smartphone ter um corpo bem fino: são apenas 7,1 mm de espessura, mesma medida do iPhone 7. A tela de 5,2 polegadas também torna a ergonomia levemente melhor que a dos concorrentes, que trazem displays de 5,5 polegadas e são um pouquinho mais largos.

O design simétrico permite utilizar o smartphone em qualquer sentido — ele tem alto-falantes e microfones nos dois cantos, evitando qualquer confusão na hora de puxar o aparelho do bolso. Mas é curioso (e um pouco incômodo) o posicionamento dos botões. O liga/desliga não é aquele botão circular do lado direito como quase todo mundo poderia imaginar: na verdade, ele está na parte superior esquerda (?).

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O botão circular do lado direito ativa um truque de software definido pelo usuário nas configurações: você pode configurá-lo para abrir a câmera (mas apenas quando a tela já estiver ligada, infelizmente), capturar a tela ou executar um aplicativo específico, por exemplo. É importante escolher bem a função, porque você vai apertar a Boom-Key várias vezes por engano.

Por padrão, o botão aciona efeitos de som que aumentam os graves da música ou do filme que você estiver consumindo. É com ele que os alto-falantes do Idol 4 mostram toda a potência: o som é claro, extremamente volumoso para um smartphone e não distorce facilmente. O mesmo vale para os fones de ouvido da JBL, que encaixam bem nos ouvidos, têm médios mais claros e estão bem acima dos acessórios descartáveis de concorrentes. Ele tem, sem dúvida, o melhor áudio de smartphone que eu já ouvi, e pode até dispensar uma caixa de som externa em determinadas ocasiões.

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Mas se o som do Idol 4 impressiona ao assistir às séries favoritas, a tela é apenas ok. O painel IPS LCD de 5,2 polegadas (1920×1080 pixels) tem boa saturação, brilho razoável e um contraste medíocre, sem muita profundidade de preto para um smartphone dessa categoria. A qualidade nada impressionante na tela do Idol 4 também impacta negativamente na experiência de realidade virtual, que detalharei adiante.

Software

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O software da Alcatel não mudou muito desde o Idol 3. Estamos falando de um Android 6.0.1 Marshmallow com poucas modificações na interface, patches de segurança desatualizados (junho de 2016) e uma série de recursos embutidos e aplicativos pré-instalados de utilidade duvidosa, que parecem ter sido colocados sem muito critério — sem contar os softwares que são oferecidos logo no assistente inicial.

A má impressão vem logo na tela de bloqueio, que por padrão mostra um inexplicável atalho para a busca do Yahoo — no entanto, diferente do que acontecia na geração anterior, você pode configurar os atalhos que serão exibidos (reconhecer uma música no Shazam, tirar uma selfie, iniciar o gravador de som ou ligar a lanterna, por exemplo) e até desativá-los, caso prefira.

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O visual segue o Android puro com modificações nos ícones, que ganham contorno quadrado. Além do pacote padrão do Google, o Idol 4 traz uma penca de joguinhos de demonstração (A Era do Gelo: As Aventuras de Scrat, Asphalt Nitro, Asphalt O, Homem-Aranha: Ultimate Power, Kingdoms & Lords e Midnight Pool) e aplicativos como gerenciador de arquivos, bússola, gravador de som, Fyuse (fotografia), Shazam (reconhecimento de música), WPS Office (suíte de escritório) e Xender File Transfer.

Realidade virtual

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A Alcatel gosta de incluir acessórios na caixa de seus smartphones para agregar valor. No caso do Idol 4, além do celular, há uma película para proteger a tela, um fone de ouvido de boa qualidade, um cartão de memória de 32 GB e… um headset de realidade virtual. O acessório traz controles capacitivos na parte inferior e acompanha uma tira elástica que encaixa confortavelmente na cabeça.

O problema é que a experiência de realidade virtual do Idol 4 não é boa o suficiente para que você realmente se divirta com algum jogo — embora, nos primeiros minutos, ele talvez seja legal, principalmente para quem nunca experimentou a tecnologia antes.

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A definição de 424 pixels por polegada deixa a imagem pixelada nos olhos, prejudicando até mesmo a leitura de textos da interface simplória de realidade virtual da Alcatel. Além disso, o preto acinzentado não contribui para criar uma experiência imersiva, a taxa de frames se mostra baixa a ponto de criar rastros indesejáveis ao brincar com games em VR, e o campo de visão é restrito, deixando as “sombras” do contorno dos olhos visíveis a todo momento.

Eu gostei da iniciativa da Alcatel em tentar popularizar a realidade virtual, mas a tecnologia ainda não está pronta para chegar a smartphones menos caros — nem mesmo no Galaxy S7 e Gear VR eu diria que a experiência é realmente boa, mas pelo menos é aceitável. Os óculos de realidade virtual da Alcatel, embora apresentem bom acabamento e qualidade, não diferem muito da experiência que você teria com acessórios como Cardboard e VR Box, mais acessíveis.

Câmera

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Sensor de 13 megapixels, lente com abertura f/2,0, flash duplo e foco automático com detecção de fase. Na teoria, dentro da média. Na prática, um pouco decepcionante.

O Idol 4 sofre bastante em condições de baixa iluminação, aumentando o ruído nas imagens e mantendo um nível de detalhes abaixo do que esperamos de um smartphone intermediário, principalmente depois do Moto G4 Plus, que subiu o nível das câmeras da categoria.

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Com boa iluminação, o Idol 4 faz um trabalho razoável, apresentando um alcance dinâmico apenas aceitável. Mesmo quando o sol não está tão forte, as áreas de sombra ficam mais escuras do que deveriam, e os pontos de iluminação estouram. O HDR poderia ser uma solução para a deficiência do sensor, mas exige que o usuário segure o aparelho firmemente por alguns segundos e demora para processar a foto. Também há presença de aberrações cromáticas em regiões de contraste.

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Não é uma câmera tão ruim quanto a de smartphones mais básicos, abaixo dos 700 reais, mas só vai agradar a usuários que não se importam muito com a qualidade de fotografia.

Hardware e bateria

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A Alcatel colocou um hardware comum para a faixa de preço. O processador é um octa-core Snapdragon 617, mesmo que equipa o Moto G4 Plus. A RAM de 3 GB agrada, mas o espaço de apenas 16 GB decepciona.

A boa notícia é que a Alcatel envia dentro do aparelho um microSD de 32 GB de boa qualidade (UHS 1) para que você consiga utilizá-lo como extensão da memória interna no Marshmallow. Não é a mesma coisa que ter um armazenamento interno generoso, mas funciona bem; não enfrentei nenhuma lentidão mesmo em sessões mais intensas.

O que me preocupou é que o Idol 4 esquenta bastante. Temperatura é um ponto que sempre passa batido nos reviews, mas é porque a maioria dos smartphones fica dentro do esperado, esquentando apenas em tarefas mais pesadas. No caso do Alcatel, foram raras as vezes em que peguei o smartphone e ele estava frio, mesmo com uso leve. O design fino e a traseira de vidro devem colaborar para concentrar o calor nas mãos.

O desempenho é o mesmo que você já conhece de outros smartphones com Snapdragon 61x: ele dá conta da maioria das tarefas com um pé nas costas. A GPU Adreno 405 não faz feio nos jogos, sofrendo um pouco com a taxa de quadros apenas em títulos mais pesados, com a qualidade gráfica no máximo; a temperatura mais alta não parece ter impactado negativamente na performance do processador. É um hardware que deve aguentar o Android e seus aplicativos por um bom tempo.

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Vale mencionar que, diferente do que a maioria das fabricantes está fazendo, colocando entrada para dois chips de operadoras em smartphones de categorias mais baixas, a Alcatel optou por trazer o Idol 4 apenas na versão single SIM. Pode ser um entrave para quem utiliza o mesmo smartphone para assuntos pessoais e de trabalho, por exemplo. Outra característica que está em praticamente todos os concorrentes, mas ficou de fora no Idol 4, é o sensor de impressões digitais.

A bateria de 2.610 mAh foi um ponto de decepção do Idol 4. Em números, a capacidade não enche os olhos. Na prática, ele também fica longe de surpreender. No meu dia de testes, tirei o smartphone da tomada às 9h, escutei 2h de música por streaming no 4G e naveguei na web por 1h30min, também pela rede móvel. A tela ficou ligada por 1h43min, com brilho no automático. Às 22h20, a carga chegou a apenas 17%. Nas mesmas condições, o Moto G4 Plus, que não traz uma bateria tão maior (3.000 mAh), chega a algo em torno de 35% a 40%.

Conclusão

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O smartphone da Alcatel tenta, tenta muito, mas não consegue se destacar em meio à multidão. Ele não é terrível em nenhum aspecto, mas também não traz nenhum diferencial realmente importante. Embora os alto-falantes tenham qualidade impressionante e os óculos de realidade virtual possam chamar a atenção de algumas pessoas, o Idol 4 tem dificuldade para competir com seus pares.

As principais deficiências do Idol 4 ficam por conta da câmera, que fica aquém do esperado para um intermediário de 2016; da tela, que poderia ser bem melhor, especialmente em comparação com o AMOLED do Galaxy A5 (2016); e da bateria, que poderia ter capacidade maior. Fica difícil entender a obsessão por um smartphone tão fino, enquanto os concorrentes seguiram pelo caminho contrário, com baterias de 3.000 ou até 3.300 mAh.

Quando o Idol 4 foi anunciado no Brasil, em agosto, ele tinha um posicionamento de preço até interessante, por trazer mais RAM que os concorrentes (3 GB, contra 2 GB da maioria dos rivais) e o mimo dos óculos de realidade virtual sem cobrar muito caro. Mas acabou sendo ofuscado pela redução de preço dos concorrentes, notavelmente o Moto G4 Plus, e pelo lançamento de smartphones bem superiores na faixa de preço imediatamente acima, como o Zenfone 3.

Ainda assim, é importante lembrar que o Idol 3 ficou marcado por belas promoções no varejo nos meses seguintes ao lançamento, que o colocavam na mesma faixa de preço de smartphones de entrada, bem inferiores. O Idol 4, lançado com preço sugerido de R$ 1.699, já pode ser encontrado por cerca de 1,2 mil reais. Se cair mais ainda, pode ser uma compra a se considerar — desde que você tenha em mente as limitações dele.

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Especificações técnicas

  • Bateria: 2.610 mAh;
  • Câmera: 13 megapixels (traseira) e 8 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11ac, GPS, Bluetooth 4.2, USB 2.0, rádio FM, NFC;
  • Dimensões: 147 x 72,5 x 7,1 mm;
  • GPU: Adreno 405;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 256 GB (32 GB incluso);
  • Memória interna: 16 GB;
  • Memória RAM: 3 GB;
  • Peso: 135 gramas;
  • Plataforma: Android 6.0.1 Marshmallow;
  • Processador: octa-core Snapdragon 617 de 1,7 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, giroscópio, bússola;
  • Tela: IPS LCD de 5,2 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels.

Notas Individuais

Design
9
Tela
7
Câmera
6
Desempenho
8
Software
7
Bateria
7
Conectividade
7
Mais sobre: ,
  • evefavretto

    A título de curiosidade, o Idol 4 é, com algumas mudanças no acabamento e um software diferente, o DTEK50 da BlackBerry.

  • Gabriel B.R.

    “Bateria poderia ser melhor”. Nem li o resto. Não importa o quão fino e elegante e poderoso seja um smartphone: se não tem bateria decente, é um tijolo estilizado.

    • Rodrigo

      Tenho um e normalmente minha bateria chega em 30% com um uso pouco acima do moderado as 18:00 tirando ele da tomada as 7:30, mesma coisa do meu LG G2 que tinha bateria de 3.000 mAh, depende muito do usuário.

  • Marcus Araújo

    Está difícil o mercado de mid-end. Não vejo muito para onde fugir a não ser a importação.

    • Antonio Menezes

      Alguma recomendação? No momento quero um mid end novo, mas a única “opção” que cogito até agora é o Moto G4 Plus…

      • Natalier Júnior

        Amigo, marcas como a xiaomi, lenovo(zuk), huawei, elephone, oukitel, têm produtos muito bons, dê uma olhada em especial no Lenovo Zuk Z2, um celular com Snapdragon 820, 4gb de ram, 64gb de memória por R$650,00, já vi até de R$560,00 em promoção!

      • Marcus Araújo

        O Natalier respondeu por mim e melhor do que eu faria. Eu tenho um Redmi 2 Pro, da Xiaomi, comprado aqui no Brasil. O aparelho ainda funciona bem, mas queria algo com uma tela um pouco maior, por isso pensei no Redmi Note 3 Pro, que ficaria cerca de R$ 750,00 incluindo taxas de importação pelo Aliexpress ou Gearbest.

        Outro ponto importante para mim é que seja compatível com CyanogenMod (caso do Redmi Note 3). A MIUI funciona muito bem e tem recursos bem interessantes, mas prefiro o visual do Android mais puro.

        Confesso que não conheço muito esses aparelhos citados pelo Natalier, vou avaliar o modelo da Lenovo que ele citou.

  • Angelo Silva

    Bem, eu optei pelo Idol 4 depois de alguma pesquisa. Em sites internacionais, a opinião diverge bastante da matéria acima. O LCD é um LTPS, o que o difere de um LCD convencional. No LTPS (que é mais caro) temos algumas vantagens em relação ao LCD implementado em outros aparelhos desta categoria. Mas o grande diferencial é o som. Pra quem usa o aparelho pra escutar música e com qualidade, o Idol 4 é de longe o melhor. Não só pelos fones e o software dedicado, mas pelo hardware focado em processamento de áudio. Esse foi o grande diferencial desse aparelho pra mim. A câmera mantêm-se na média desta faixa de preço e a bateria segura sim 1 dia de uso mediano. Isso foi o que eu concluí pesquisando e perguntando diretamente aos proprietários do Idol 4. Um detalhe: esse aparelho é nacional (montado aqui no Brasil).

    • Rodrigo

      Essa parte da tela eu achei bem estranho eles falarem em medíocre pois a tela dele pra mim é boa, já tive AMOLED da Samsung e IPS da LG (G2) e achei a tela inclusive melhor que a do G2. O próprio Dudu Rocha falou que a tela dele era boa.

      • Angelo Silva

        Tela é uma questão de gosto também. Eu não curti muito a IPS do Vibe K5 da minha esposa, mas ela acha o máximo.

  • Rodrigo

    Essa tirei com ele, e sinceramente aquela foto noturna a pessoa tirou andando com o celular ? Pq eu nunca consegui tirar uma foto horrível como aquela com o meu … https://uploads.disquscdn.com/images/59b74298562e8866effaea39cbdffc635de5eb87e194211a4eef1f8c2f60e4e6.jpg

    • Neto

      Posta uma foto noturna com alguma iluminação artificial do seu, só para ver se fica igual a do post.

    • Neto

      Posta uma foto noturna com o seu celular com uma iluminação artificial, dai a gente compara com a imagem do post.

  • Isaac Yure

    Se a minha experiência com o Idol 3 pode servir de parâmetro, nenhuma outra marca com representação oficial no Brasil vai entregar um som melhor independente da faixa de preço porque esses aparelhos usam um DAC e amplificador dedicados em vez de deixar o som por conta do chipset.
    Sobre a câmera, posso dizer que o app apdrão do alcatel é terrível, só de mudar para um alternativo você pode ter um ganho considerável em qualidade =)

  • Marcos Tony Lehmann

    Vocês do tecnoblog ainda enchem de moral a bola do G4 plus, citando-o como modelo de virtude e exemplo a ser seguido, mas é público e bastante notório que eles, aparentemente, tem vício de fabricação, com muita, muita gente reclamando de diversos problemas, sendo burn-in e toque fantasma os mais comuns, mas tb com relatos de superaquecimento, travamento de câmera (por causa do aquecimento já citado), leitor de impressão digital parando de funcionar, botão power soltando (???), vidro da câmera traseira riscando com extrema facilidade e atrapalhando foco laser e, claro, qualidade de foto. Enfim, basta pesquisa no reclame aqui, facebook e Google+ para descobrir tudo isso. A fabricante se finge d boba, fala para enviar para assistência e donos relatam que após os supostos reparos, tudo permanece como dantes…😂
    Se um Idol funcionar bem, sem dar dor de cabeça ao dono como os G4, já seria lucro.

  • Marcos Jose de Oliveira

    eu tenho um idol4 tive idol3 pensei que force melhor, e me ferrei existe dois modelo no mundo idol4 6055B nacional uma merda agora o da propaganda é o file 6055K com o player da jbl e dois chips mesmo, entrei em contato com os tecnicos da alcatel eles nem sabia dessa diferença vou passar para vibe k6 plus

  • Guilherme Kyon

    Comprei um idol 4, deu defeito no alto falante.
    Achei a tela boa, e o carregamento rapido é legal, mas a disposição dos botões é ruim.