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LG Q6 traz design quase sem bordas para os intermediários

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11/07/2017 às 09h44
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O design quase sem bordas está chegando aos smartphones intermediários: a LG anunciou o Q6, um aparelho que lembra o G6, mas possui tela menor, hardware mais simples e preço mais acessível.

O G6 tinha processador Snapdragon 821 e tela de 5,7 polegadas (2880×1440 pixels). No Q6, estamos falando de um Snapdragon 435 (que é igual ao Snapdragon 430 do Moto G5 em termos de CPU e GPU) e uma tela ligeiramente menor, de 5,5 polegadas, mas mantendo a proporção 18:9 (2160×1080 pixels). Além disso, a câmera dupla saiu para dar lugar a um único sensor de 13 megapixels com distância focal padrão.

Assim como o irmão mais caro, ele tem moldura de alumínio e ficou mais compacto que a concorrência, com apenas 69,3 mm de largura — é quase a mesma medida do velho Nexus 4 (68,7 mm), que tinha display de apenas 4,7 polegadas, só para exemplificar a mágica da redução das bordas.

É uma pena que ele tenha perdido o leitor de impressões digitais, um recurso que está chegando até a smartphones básicos, como o Moto E4. A LG diz que você pode utilizar “uma tecnologia de reconhecimento facial proprietária que permite aos usuários desbloquearem o Q6 mais rápido e de forma mais conveniente que outras tecnologias atualmente disponíveis”. Então tá. E o conector é Micro USB, não USB-C.

O Q6 estará disponível em três variantes, e a diferença fica apenas por conta do armazenamento e RAM: o Q6+ tem 64 GB de espaço e 4 GB de RAM, o Q6 tem 32 GB e 3 GB, e o Q6α tem 16 GB e 2 GB, todos com bateria de 3.000 mAh. Ele será vendido a partir de agosto na Ásia e posteriormente será lançado na Europa, América do Norte e América Latina. Os preços ainda não foram divulgados.

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  • Guaip

    Snap 435 com tela 2160×1080? Tenso

    • Gabriel Antonio

      full hd esticado, dá conta

    • André G

      Poderiam ter colocado um processador melhor na versão com 4gb.

    • Roberto

      tem aparelhos com 1440p, que é bem maior.

  • Jack Silsan

    Novo rei dos intermediários? Dependendo do preço, acho que sim.

    • Jonas S. Marques

      O aparelho nem leitor de digitais tem, se vier pra cá, deve competir com Moto G 5 Plus, Galaxys A5 e A7 2017, Moto Z 2 Play, etc.
      Não vejo nenhum motivo pra escolher esses LG em detrimento dos outros citados.
      E olha que vivemos num país que ainda tem Quantum Fly, Zenfone 3, etc etc etc.

      • Jack Silsan

        Tem tudo isso mesmo. Mas acontece que brasileiro liga muito pra design, e esse aparelho me parece que vai agradar geral em termos de beleza. Fora que algumas especificações deles são bem impressionantes para um intermediário, caso dos 64 GB de armazenamento + 4 GB de RAM do Q6+

        • Allan Ferreira

          Tirando o fato de não acompanhar leitor de digital, o resto da configuração agrada e atenderá a maioria dos usuários.

        • Jonas S. Marques

          Então, não vai, porque os outros aparelhos são mais bonitos, e brasileiro nenhum liga pra design, lembre-se que o smartphone mais comprado do Brasil é Galaxy J5

          • Guaip

            E todos com capinha, ainda por cima. Não tem essa de design, o que mais vende simplesmente vai ser o que ficar no ‘sweetspot’ de preço, parcelas e disponibilidade.

            Esse Q6 se não tiver um preço competitivo por ter processador intermediario-low e sem leitor de digitais, vai vender no máximo a nível de nicho e continuar perdendo para os samsung J da vida…

        • André G

          Lembrei do Zenfone 2 que era uma bosta mas vendeu muito pq tinha 4gb de ram, 32gb interno e preço de intermediário, mas precava em todo o resto… O processador era potente mas não era otimizado e sugava a bateria rapidamente, as câmeras eram básicas, o design era feio, a qualidade da tela não era boa, o alto falante era ruim e mal posicionado, etc, etc.
          Mas o Zenfone 3 mudou completamente e ficou muito bom.

      • Tom

        Da onde ele vai competir com os que você citou? Olha as configurações dele.

        • Jonas S. Marques

          Vai competir justamente com os que eu citei, amiguinho. Intermediário. Esse aparelho não chega aqui por menos de 1300 reais.

    • Kremps

      Se a LG repetir a escolha do preço do G6 vai chegar por R$ 2.000,00 pra cima.. Agora se eles caírem na real, e colocarem um preço interessante, pode vender bastante.

  • Paçaro

    Será que leitor de digitais é tão caro assim pra tirarem? Hoje em dia eu não compro mais celular sem isso.

  • ƦƠƊ Ơ’ƦƠƊ HƛƓƓƖƧ

    Lg sendo lg.

  • Henrique Ferreira Lima

    Tela Full HD de 5,5″ num corpitcho de 4,7″? Bom
    4GB de RAM e 64GB de memória? Ótimo
    Proporção nova dos flagships num intermediário? Bom
    Acabamento premium? Bom
    Sem leitor biométrico, um item cada vez mais exigido e usado pela concorrência? POXA LG!!!!!
    Dizer que o reconhecimento facial melhor? Hahahahahaha
    Entrada Micro USB ao invés do Type-C? Mds
    3.000 mAh de bateria? A ver com o gerenciamento do software também

    Resumo: LG está lançando tendência no segmento intermediário, mas deixou itens essenciais para que ele seja um produto de destaque. A concorrência adotando o mesmo com o que falta no Q6, logo logo ele se torna mais um no mercado

    • Roberto

      Vi em algum lugar que o reconhecimento facial rápido é a próxima evolução dE segurança, em substituição ao leitor. Então, não estaria tão errado se funcionar mesmo.
      A bateria é razoável se o corpo for fino… mas a falta do novo USB é burrice mesmo.

      • Henrique Ferreira Lima

        Se o reconhecimento for no mesmo padrão do S8, não tem como dar certo, pq é muito falho. Ela nem deu aquele hype apresentando o recurso. Duvido que seja eficaz

      • BassVix

        Se não for Apple para vender uma feature o mercado não compra a idéia, infelizmente, mesmo não sendo novidade tecnológica e mesmo o uso sendo limitado.

    • Marcus Araújo

      Qual seria a vantagem principal na adoção do micro USB-C? Eu sinceramente não vejo uma real vantagem atualmente que justifique (exceto, claro, auxiliar na popularização do padrão).

      Mas, por enquanto, as pessoas só buscam mesmo a entrada USB para carregar. Praticamente ninguém utiliza por outro motivo, nem mesmo para a transferência de arquivos. Qualquer padrão popular e não proprietário (que facilite o empréstimo de carregadores entre as pessoas) me parece útil.

      • Henrique Ferreira Lima

        Mas se um mercado está adotando um novo padrão, pra que manter o padrão antigo em um lançamento? Isso só prejudica na popularização do USB-C. LG cometeu o mesmo erro que a Lenovo quando lançou o G5. A velocidade de transmissão de dados seria só um benefício extra do novo padrão de conexão

        • Marcus Araújo

          Exatamente porque o padrão novo ainda não é mainstream… Sei que precisam que alguém dê o passo para ajudar a popularizar, mas a verdade é que o USB-C hoje, para a massa, população em geral, não justifica. Esse telefone ainda é voltado para as massas, que não optariam pagar mais caro talvez para ter USB-C no celular, mas que pagariam um pouco a mais pela tela “esticada” que permite visualizar mais conteúdo.

          Tecnicamente não vou discutir a superioridade do USB-C. O que ponho em discussão é: o povo precisa do USB-C para carregar o aparelho mais rápido? Afinal, é pra isso que 75% ou mais utiliza a entrada.

  • Vsoco

    Será que chega ao Brasil?

  • Jean Carlos

    Tava até gostando, mas aí pah, sem leitor de digitais, é sério isso, e aposto que vai custar uns 1500 a versão mais barata.

  • BassVix

    O Moto G5 da LG só que sem leitor de digitais, no Brasil deverá chegar a versão mais capada.

    • O Moto G5 da LG? Q?

      • BassVix

        Especificações de um Moto G5, mas sem o leitor de digital, vejamos se o preço valerá a pena.

  • Maicon Bruisma

    Tinha tudo para iniciar a tendência das telas sem bordas em intermediários, de forma global, mas aí colocou processador fraco e não botou nem leitor de digitais nem USB C. Aí fica difícil, fora o preço, por 200 tem Umidizi e Bluboo com tela like a Mi Mix e com mais processamento.

    • Tori

      o smartphone não é feito para ser “potente” e sim pegar o feature chamativo atual: sem bordas/display infinito num smartphone intermediário

      • Maicon Bruisma

        E tirar o leitor de digitais, uma feature mais importante

  • “só para exemplificar a mágica da redução das bordas” tá mais pra mágica da mudança de proporção mesmo, já que sem bordas a LG não faz nada desde o G2.
    O Nexus 4 era tão grande por ter 4.7″, mas em 5:3 (assim como grande parte dos aparelhos da época), ao invés de 16:9 (por isso que na transição de 4.7″ pra 5″ os aparelhos não aumentaram, mesmo não eliminando as bordas).

    • Josiel Hen

      Eu penso nisso, me lancem um aparelho com tela na proporção de 16:1 com 8,9 polegadas de tela e 10,6 mm de largura e vendam como “a magica da redução das bordas”.

  • Tori

    a coisa aqui não é ser um smartphone potente, e sim um smartphone chamativo com o “display infinito” do G6 num smartphone bem básico.