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Samsung Galaxy S9: uma evolução menor

Câmera com abertura dupla, pequenas mudanças no design e outros refinamentos: este é o novo flagship da Samsung

Paulo Higa Por
Nota Final 8.9

Nos últimos dois anos, a Samsung se consolidou no mercado de smartphones premium. O Galaxy S7 Edge era a escolha certa para quem queria câmera boa, alto desempenho e tela de excelente qualidade; e o Galaxy S8 trouxe um dos melhores visuais para um smartphone, reduzindo as bordas em favor de uma tela maior, sem aumentar o corpo do aparelho.

O que fazer para melhorar? O Galaxy S9 toma emprestado os acertos do Galaxy S8 e traz algumas novidades, como a câmera de abertura variável, os alto-falantes duplos e um design mais refinado. Mas será que o flagship da Samsung cumpre o que promete? A câmera é tudo isso que estão falando? E vale a pena trocar o modelo anterior pelo novo?

Eu utilizei o Galaxy S9 como meu smartphone principal por um mês e conto todos os detalhes nos próximos minutos.

Em vídeo

Design

O Galaxy S9 é grande, mas menos do que as 5,8 polegadas de tela sugerem. A Samsung continua adotando curvas nas laterais, uma característica que surgiu como um experimento de design no Galaxy S6, se tornou um destaque no Galaxy S7 e foi naturalizado no Galaxy S8. Além de tornar o aparelho esteticamente agradável, a tela curva tem largura menor, o que acaba melhorando a ergonomia.

Como todo sanduíche de vidro e metal, ele fica cheio de marcas de dedo só de encostar. E isso me leva a um dos pontos mais criticados no antecessor: era muito chato utilizar o leitor de impressões digitais no Galaxy S8, já que ele ficava muito em cima (eu acho que meu dedo indicador cresceu 1 centímetro nos últimos meses). No Galaxy S9, o sensor biométrico fica em uma posição bem mais confortável, mesmo para quem não possui mãos gigantes, como é o meu caso.

Galaxy S8 (à esquerda) e Galaxy S9

Além do desbloqueio com o leitor de impressões digitais, o Galaxy S9 suporta reconhecimento de íris (que funciona melhor no escuro), reconhecimento facial (que funciona melhor em ambientes iluminados) e um modo batizado de Leitura inteligente, que combina as duas tecnologias. Infelizmente, não é tão rápido e preciso quanto colocar o dedo ali, mas pode ser útil se você estiver com luvas, por exemplo.

Outra mudança bem-vinda em relação ao Galaxy S8 é a presença de alto-falantes estéreo, um recurso que a Motorola, a Sony e a Apple já tinham há bastante tempo, e que eu nunca entendi por que a Samsung demorou tanto para implantar nos topos de linha. Os coreanos dizem que o speaker duplo é 40% mais alto que o do Galaxy S8, é ajustado pela AKG, marca bastante conhecida entre os audiófilos, e suporta a tecnologia Dolby Atmos para dar uma sensação de tridimensionalidade.

Eu não tenho instrumentos para medir quão mais altos ou puros são os alto-falantes do Galaxy S9, mas a diferença é extremamente perceptível quando eu coloco ele lado a lado com o Galaxy S8. Ainda são speakers de celular, que não tocam graves impressionantes e até reclamam um pouco quando você deixa o volume no máximo, mas eles são bons o suficiente para assistir a um filme ou ouvir músicas com uma qualidade minimamente decente enquanto você faz outra coisa.

Alguns detalhes não mudaram do Galaxy S8 para o Galaxy S9, o que me deixou bem contente: o conector de fones de ouvido de 3,5 mm continua firme e forte; a versão brasileira tem suporte para dois chips (o que é útil para separar a linha do trabalho ou para não pagar uma fortuna com roaming internacional quando você estiver de viagem); e ele continua com certificação IP68, o que pode ser um grande alívio se alguém derrubar um copo de água no seu celular.

Por tudo isso, é difícil negar que o Galaxy S9 seja um aparelho muito bem construído. Para mim, ele é atualmente o smartphone mais bonito e elegante do mercado, o que é bem curioso quando lembramos que ele é feito pela mesma empresa que, há menos de cinco anos, chegava a ser motivo de piada no quesito design, com smartphones caros de plástico pintado.

Uma última observação: além do Galaxy S9, eu testei o Galaxy S9+ por alguns dias. Todo mundo que me acompanha sabe que eu prefiro aparelhos menores, mas a Samsung infelizmente adotou a mesma estratégia da Apple, diferenciando o modelo maior. No Galaxy S8 e S8+, a única diferença de verdade era o tamanho da tela (a bateria maior era só uma consequência). No Galaxy S9 e S9+, quem opta pela versão de 5,8 polegadas perde a câmera dupla e dois gigabytes de RAM.

Obviamente, isso é interessante para a empresa, já que a Samsung tende a vender mais unidades do Galaxy S9+, que é um produto mais caro e que aumenta o faturamento da companhia, mas acaba tirando um pouco do poder de escolha do usuário. O Galaxy S9 nem de longe é um aparelho ruim, mas eu certamente ficaria muito mais feliz com o S9+.

Tela

Tem sido bem difícil perceber um avanço na qualidade das telas da Samsung nos smartphones mais caros por um motivo bem simples: o nível já está alto demais para um olho humano.

Especialistas em telas, como a DisplayMate, têm ferramentas complexas para analisar o painel AMOLED do Galaxy S9 e afirmar que ele tem brilho máximo de 1.130 nits, o que é 20% maior que o do S8; cobre 113% da gama de cores DCI-P3, algo que um smartphone nunca havia conseguido até hoje; e apresenta uma precisão de cores “visualmente indistinguível da perfeição”, só para repetir as mesmas palavras.

A verdade é que um homo sapiens não perceberia nenhuma diferença relevante entre o Galaxy S8 e o S9. Eu coloquei os dois lado a lado e notei alguma melhoria no branco, mas nada que não seja ajustável. Na prática, isso significa que a tela do Galaxy S9 continua incrivelmente boa, com cores vibrantes, preto de verdade, brilho forte para ver o display sob a luz do sol e ângulo de visão impecável.

Particularmente, desde o Galaxy S8, eu estou acostumado com o modo de cor Foto AMOLED, que mostra cores mais próximas da realidade e um branco mais neutro, mas isso é apenas uma questão de gosto: quem prefere tons mais saturados e um branco mais frio pode manter o modo padrão, Exibição adaptável, que deve agradar a maioria das pessoas.

Fato é que a tela do Galaxy S9 é tão boa que é difícil tentar imaginar no que a Samsung poderia melhorar no Galaxy S10.

Software

O Galaxy S9 vem de fábrica com o novo Android 8.0 Oreo, mas isso não fez tanta diferença, porque a maioria dos recursos que o Google desenvolveu já existiam no software da Samsung há muito tempo. Nada mudou no visual: continuamos com uma interface limpa, que apresenta telas predominantemente brancas e animações fluidas, como esperamos de um topo de linha.

Não existem muitos aplicativos pré-instalados. Além do pacote padrão do Google, a Samsung inclui softwares da Microsoft e soluções próprias de pagamento (Samsung Pay), fitness (Samsung Health), entre outros. Eu prefiro o navegador da Samsung ao Chrome, por ter modo noturno, suporte a extensões e por ser mais rápido e estável, mas confesso que me incomoda um pouco ter duas lojas de apps e dois clientes de e-mail embutidos no smartphone.

Alguns recursos da Samsung deveriam ser padrões no Android, como o Always On Display, que mostra prévias de notificações enquanto o aparelho estiver em standby; e um serviço de nuvem decente, que guarda o histórico de ligações, SMS, dados de apps e configurações. Sério: eu não preciso fazer quase nada quando testo um aparelho da Samsung; é só restaurar da Samsung Cloud que até o wallpaper é migrado. Isso é algo que o iOS sempre teve e o Google nunca conseguiu fazer direito.

Agora, vamos para os dois principais detalhes do software do Galaxy S9: a assistente pessoal Bixby e os tais dos emojis com realidade aumentada.

A Bixby evoluiu em relação à versão anterior e passou a reconhecer alimentos e traduzir textos em tempo real. Mas é uma pena que ainda não seja possível dar comandos de voz no nosso idioma. Eu entendo que adaptar a assistente pessoal para o Brasil é um processo bastante complexo, mas também espero que uma empresa que vende metade de todos os smartphones no país dê mais atenção para o nosso mercado. Afinal de contas, a Bixby já existe há mais de um ano.

Um recurso que a Samsung destacou no lançamento do aparelho é o tal do Emoji AR. Nos smartphones anteriores, você já podia colocar máscaras de realidade aumentada no estilo Snapchat, que interagiam com as suas expressões. A novidade é que agora é possível criar seu próprio personagem, com um rosto, um cabelo e uma roupa bem parecidos com os seus.

Só que ele não está tão refinado: o rastreamento de rosto é limitado e ineficiente. Ele frequentemente não consegue acompanhar meus movimentos, não tem muitas opções de expressões e, quando a iluminação estiver só um pouco ruim, tudo piora mais ainda. Pelo menos, quando você cria seu próprio avatar, o Galaxy S9 gera alguns GIFs personalizados com o seu rosto. Eu me diverti bastante mandando eles para o chat do trabalho.

Câmera

O Galaxy S9 tem um mecanismo bem interessante de abertura dupla na câmera. Quando o ambiente estiver bastante iluminado, a câmera seleciona a abertura f/2,4, deixando menos luz passar e reduzindo as chances de a imagem ficar estourada. Em fotos noturnas, a lente abre para f/1,5. Ela deixa passar 28% mais luz que a lente f/1,7 do Galaxy S8. Mas o que tudo isso significa na prática?

Sinceramente, pouca coisa. Sim, o Galaxy S9 tem uma câmera incrível, e certamente tem a melhor câmera de um smartphone vendido no Brasil. Mas estamos na mesma questão da tela: é difícil perceber grandes diferenças em relação ao topo de linha anterior. Só consegui notar alguma mudança em ambientes noturnos, quando o Galaxy S9 mostra um alcance dinâmico um pouquinho melhor, um ruído um pouquinho menor e uma definição um pouquinho maior.

Quando eu falo “pouquinho”, é porque eu tirei a mesma foto com o Galaxy S8 e o S9, e fiquei analisando minuciosamente as imagens. Mas quem simplesmente bater o olho nas fotos dificilmente vai notar alguma melhoria significativa.

Em resumo, as fotos do Galaxy S9 têm excelente definição, baixo nível de ruído em qualquer condição de iluminação e um alcance dinâmico muito bom. As cores são bem vibrantes, mas não a ponto de perder detalhes dos objetos; e o foco automático é extremamente rápido e preciso, o que significa que você dificilmente vai perder uma foto.

Há espaço para melhorias? Com certeza. Primeiro, seria ótimo se o Galaxy S9 tivesse a câmera teleobjetiva do Galaxy S9+, permitindo tirar fotos de objetos mais distantes e ativando o modo retrato, para borrar os fundos das imagens. Segundo, eu sinto que ainda há muito o que evoluir na câmera frontal: ela tira boas selfies, mas para ficar perfeita poderia ter definição melhor e um ruído menor no escuro.

Foto original

Com fundo desfocado (por software)

Por fim, no quesito filmagem, é bom saber que o Galaxy S9 filma em 4K a 60 quadros por segundo, com excelente qualidade de imagem; e tem um modo de super slow motion, que grava em HD a 960 fps. O esquema é o mesmo que você vê nos smartphones da Sony: ele grava uma fração de segundo a essa altíssima taxa de quadros, não de forma contínua. Mas já dá para brincar.

Hardware e bateria

Depois de três gerações com um processador próprio nos topos de linha, a Samsung decidiu que o modelo brasileiro seria equipado com o Snapdragon 845, da Qualcomm, por uma questão de compatibilidade com as redes das operadoras nacionais.

Alguns benchmarks sintéticos mostram que o Exynos 9810 tem desempenho bruto de CPU melhor que o Snapdragon 845. Mas, devido à diferença na forma como os controladores de frequência operam nos dois chips, o Snapdragon acaba sendo igual ou mais rápido que o Exynos em aplicações reais. E o Snapdragon 845 tem um chip gráfico ligeiramente superior, então o mercado brasileiro está recebendo a melhor variante.

O modelo que eu testei nas últimas semanas é equipado com Exynos 9810, mas isso não influencia nos comentários que vou fazer sobre o aparelho.

Em geral, o Galaxy S9 entrega um ótimo desempenho. Qualquer jogo do Google Play roda com um pé nas costas e qualquer aplicativo é executado de forma instantânea. Ele está sendo lançado com o melhor processador disponível para Android, e entrega tudo o que podemos esperar de um topo de linha.

Acho válido fazer uma observação: durante as minhas semanas utilizando o Galaxy S9 como meu aparelho principal, eu notei alguns engasgos ao alternar entre aplicativos. Isso aconteceu poucas vezes e de forma passageira, e talvez seja resolvido com uma atualização de software, mas mostra que o multitarefa não é o mais otimizado possível. É por isso (e por não ter os 6 GB de RAM do Galaxy S9+) que ele não leva nota 10 em desempenho.

A bateria é o ponto que eu mais me decepcionei com o Galaxy S9. Ela apenas mantém a capacidade de 3.000 mAh do S7 e S8, e eu sempre espero uma evolução, ainda mais considerando que a espessura aumentou entre as gerações: 7,9 mm (S7), 8 mm (S8) e agora 8,5 mm. Outras fabricantes conseguem colocar baterias de até 5.000 mAh em aparelhos de 8 mm de espessura, e é difícil acreditar que a Samsung não consiga.

As fabricantes juram que os chips novos estão mais econômicos, mas a verdade é que eles são mais econômicos quando estão executando a mesma tarefa. E os aplicativos estão ficando mais pesados com o tempo, por isso, o aumento de eficiência energética acaba sendo pouco perceptível para o usuário final. Foi exatamente o que aconteceu com o Galaxy S9.

Nos meus testes, tirando o aparelho da tomada às 9 horas da manhã, ouvindo duas horas de streaming de música no 4G, e navegando na web por 1h30min a 1h50min, também pela rede móvel, eu cheguei às 22 horas com algo entre 25% e 30% de bateria, sempre com brilho no automático. Em média, consegui deixar a tela ligada entre 3h e 3h30 até a carga acabar.

Não é uma marca que eu considero ruim, mas também não é excelente. Assim como no Galaxy S8, a bateria vai durar um dia inteiro para boa parte das pessoas, mas não espere nada além disso. A boa notícia é que o Galaxy S9 continua com carga rápida, tanto no cabo quanto por indução, então você não vai ficar pendurado na tomada por muito tempo.

Conclusão

Eu sou um grande defensor da ideia de comprar um smartphone topo de linha e trocá-lo a cada dois anos. Essa estratégia funciona muito bem com o Galaxy S: quem tem um Galaxy S7 vai ficar muito feliz comprando um Galaxy S9, ganhando uma tela melhor, um design mais moderno, um hardware mais potente para games pesados e uma câmera que já é perceptivelmente superior.

Já quem tem um Galaxy S8 não precisa correr: os avanços são menores do que parecem, a não ser que você troque por um Galaxy S9+, que traz mais RAM para melhorar o desempenho multitarefa e uma câmera com zoom óptico, como a do Galaxy Note 8.

Falando do Galaxy S9 em si, a Samsung acertou em praticamente tudo. Ele é um produto quase perfeito: a tela é a melhor do mercado, a câmera é a melhor do mercado, o processador é o melhor para Android e o design é um show à parte. Ele pega os acertos do Galaxy S8, corrige os erros e acrescenta algumas pequenas novidades, como o alto-falante estéreo, a câmera com super slow motion e o leitor de impressões digitais posicionado em um lugar melhor.

Como todo flagship, o Galaxy S9 é bem caro no lançamento, com preço sugerido de R$ 4.299. Neste exato momento, eu recomendaria um S8 para a maioria das pessoas. Mas, se a história se repetir, o preço vai cair pela metade em alguns meses e o Galaxy S9 vai se tornar a escolha certa entre os topos de linha, sem pensar duas vezes.

Samsung Galaxy S9

PRÓS

  • A melhor tela de smartphone do mercado
  • Alto-falante duplo, até que enfim!
  • Câmera continua se sobressaindo em ambientes noturnos
  • Design elegante, com posicionamento melhor do sensor biométrico

CONTRAS

  • A espessura aumentou, mas a bateria que é bom?
  • Cadê a Bixby em português do Brasil?
  • Versão menor tem câmera e hardware capado
Nota Final 8.9

Especificações técnicas

  • Bateria: 3.000 mAh;
  • Câmera: 12 megapixels f/1,5–2,4 (traseira) e 8 megapixels f/1,7 (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11ac, GPS, GLONASS, Galileo, BeiDou, Bluetooth 5.0, USB-C, NFC, ANT+, MST;
  • Dimensões: 147,7 x 68,7 x 8,5 mm;
  • GPU: Adreno 630;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 400 GB;
  • Memória interna: 128 GB;
  • Memória RAM: 4 GB;
  • Peso: 163 gramas;
  • Plataforma: Android 8.0 Oreo;
  • Processador: octa-core Snapdragon 845 de 2,8 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, giroscópio, bússola, barômetro, impressões digitais, íris, batimentos cardíacos;
  • Tela: Super AMOLED de 5,8 polegadas com resolução de 2960×1440 pixels.

Comentários

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Pedro ALves
Você poderia utilizar sim o mesmo seguro, bastava fazer um endosso de substituição do aparelho no seguro.
Felipe Medeiros
cara eu Tenho um A5 daqueles de 2016 e ainda me atende bem. ano que vem quero pegar o S9
Gilberto Silva
A Samsung lançou oficialmente o Galaxy Note 9, e tem um rival direto e óbvio: o Galaxy S9 Plus da Samsung. As duas maiores e mais caras empresas de smartphones são muito parecidas, mas ainda existem diferenças que você deve conhecer.O Galaxy S9 Plus tem uma das maiores exibições entre os smartphones da Samsung, mas o Galaxy Note 9 é ainda maior.O Galaxy Note 9 tem uma tela de 6,4 polegadas, 18,5: 9, Super AMOLED, 1440 x 2960 pixels (516 pixels em pixels), 83,4% da relação tela-pacote, compatível com HDR10, Corning Gorilla Glass 5.Galaxy S9 Plus - ecrã de 6,2 polegadas, formato 18,5: 9, Super AMOLED, 1440 x 2960 pixels (529 pontos por polegada), 84,2% de relação ecrã-pacote, compatível com HDR10.Existem vários fatores. Sim, o Galaxy Note 9 tem uma tela ainda maior, mas o S9 Plus tem uma densidade de pixels ligeiramente maior e a relação entre a tela e o case.Curiosamente, o Galaxy Note 9 também continua a usar o Gorilla Glass 5, apesar do fato de que o fabricante Corning já anunciou o Gorilla Glass 6, que fornece proteção adicional contra quedas. A Samsung confirmou que a tela do Galaxy Note 9 é ligeiramente mais brilhante e precisa, mas o S9 Plus ( http://www.deviceranking.pt... ) ainda tem uma das melhores telas, então ninguém vai reclamar.O S9 Plus pode ser um dos maiores e mais pesados ​​smartphones da Samsung, mas, assim como seus monitores, o Galaxy Note 9 é adequado para isso:A Nota 9 do Glaaxy tem tais dimensões - 161,9 x 76,4 x 8,8 mm (6,37 x 3,01 x 0,35 polegadas), 201 g.Galaxy S9 Plus - 158,1 x 73,8 x 8,5 mm (6,22 x 2,91 x 0,33 polegadas), 189Surpreendentemente, ambos os modelos são ligeiramente mais grossos e pesados ​​do que seus antecessores, mas são empacotados em funções para esse ganho de peso. Dois telefones IP68 são protegidos contra água e poeira, possuem alto-falantes estéreo, carga USB-C, carregamento sem fio e até mesmo uma entrada de fone de ouvido de 3,5 mm.
Edy
PARABÉNS PELO DIDATISMO NO SEU REVIEW. Comprei um S9+, todavia o aparelho veio com defeito, o interlocutor não ouvia minha voz com clareza durante a chamada telefônica e quando enviava mensagem de voz via Whatsapp, utilizando o microfone, o som se resumia a meros ruídos ininteligíveis. Levei o aparelho a uma autorizada em 22/5/2018, algumas horas depois, recebo uma ligação da Eletrônica informando que não consertaria o aparelho e a SAMSUNG trocaria por outro. À primeira vista, parece ser uma boa solução trocar um aparelho novo danificado por outro novo, mas não é conveniente, consoante se verá adiante. Meu aparelho foi adquirido há pouco mais de um mês com garantia estendida de 02 anos (até 2021) no valor de R$600,00 e também com seguro contra roubo tendo 02 prest. creditadas no valor de R$55,00 cada uma. A película custou R$120,00. Ocorre que a troca de aparelho faz-me perder o Seguro e Garantia JÁ PAGOS, porquanto ambos são vinculados ao IMEI do ap. anterior. A onerosa película tb seria perdida. Para minha surpresa, a SAMSUNG me liga dia 28/05, quase 7 dias e me ratifica que NÃO vai consertar o aparelho e me daria um novo com garantia APENAS até mai/2019 e sem qualquer tipo de seguro, inobstante ela tenha idêntico serviço de garantia estendida e seguro do aparelho anterior e poderia facilmente incorporá-la ao aparelho oferecido na troca. Recusei a proposta por me infligir dano financeiro e requeri restituição somente do valor pago do aparelho, assim poderia comprar outra marca de celular. Até hoje, 31/5, não obtive qualquer resposta da Empresa que demonstra tratar seus clientes com total desapreço e morosidade, os quais compram seus celulares sofisticados, a preço de joia preciosa, sem qualquer certeza que terão pleno funcionamento, ou caso venham apresentar defeito, não tenham garantia que sairiam ilesos de qualquer prejuízo. Imagine se minha compra se referisse a um modelo inferior ao seu "top de linha", o S9+, quanto demoraria em se resolver tão simples questão de forma mais lídima e justa? Se já tivesse doado meu aparelho antigo, teria de ter comprado um aparelho novo, porque é muito tempo para estar desprovido de um celular.
Matheus S. Bueno
Uma contribuição:Fui até um box da Samsung, em um shopping, com um fone melhor que esses que vem junto dos celulares para sentir os efeitos do Dolby Atmos. Já utilizo a tecnologia em casa, no PC. E comparei, muito brevemente, com o S8+ em uma prévia do filme "Vingadores: guerra infinita" e a música "Time", do Pink Floyd; tudo isso no youtube mesmo.Importante dizer que no quesito som, eles são MUITO diferentes e a vantagem é, com folga, para o S9. No filme, nitidamente tem-se um ganho em tridimensionalidade de som mesmo em fones. Espacialidade! Na música, esse efeito Dolby pouco importa, mas a questão do volume, a amplificação superior, fez (!!) sim (!!) diferença, pois com pouco você já está a ouvir música e em um fone significativamente superior - acredite - mais ainda que as diferenças ficam evidentes.S9 vale a superioridade em som. No mais não. No troca fone da Samsung, porém, com o S8+, o S9+ sai por pouco menos de R$2.800,00. Eu não vou, mas há quem vá...
Adriano loiola
O bom de lançar o s9 e que finalmente o preço do s8 vai cair daí vou poder comprar o S7 Edge ashuehsiehhejejs
Matheus S. Bueno
@paulohiga:disqus , por favor, uma "urgência"!! Você sabe se existe a possibilidade no android da Samsung, esse do S8, S8+, S9 e S9+, de ao plugar o adaptador OTG (USB C para 2.0) ele apenas transferir dados e não transferir energia!? Tenho um aparelho aqui que preciso transferir dados pra ele, mas ele possui bateria de 3000mA, logo, toda vez que espeto o S8+, ele manda, também, energia do smartphone - drena minha bateria MUITO rapidamente! AGRADECIDO desde já!
Love
O meu durou 4 anos tbm, tinha um Moto x(2013), comprei na promoção por 1.000, ficou até o ano passado e comprei um na mesma faixa de preço, um Moto G5 Plus, e que decepção com a Moto...
Trovalds
E ainda é prepotente. EU isso, EU aquilo... você é só um amontoado microscópico de zeros e uns num oceano de informação. Se você fugiu das aulas de interpretação de texto quando estudava no ensino fundamental e médio, recomendo que volte atrás e estude sobre isso. Qualquer seleção hoje em dia, seja de vestibular, concurso, pra emprego exige que você tenha um mínimo de domínio sobre. Boa sorte aí pra você.
Roberto Rocha
Em verdade não me lembro de ter feito nenhum comentário à sua pessoa exceto quanto `suas preferências.Mas devo ser mesmo tapado como você disse para estar perdendo meu tempo com uma mente tão iluminada como a sua.Me parece que você está num nível tão elevado que realmente eu não consigo perceber porque eu devo preferir o Android.Sendo assim continue postando suas observações inteligentíssimas e apropriadas pios eu tenho muitas outras coisas pra fazer na minha ignorância.E se você usa o Android mesmo achando a Apple melhor acho que vc deve mudar, pois deve estar se sentindo frustrado.Desculpe ter discordado de você..
Trovalds
Fanboy, liga não... raça que não aceita comentário negativo no que eles defendem cegamente.
Trovalds
Vou deixar de comentar porque senão você vai ficar ofendido... tá bom, vai esperando sentado.Se não fosse tão tapado leria o resto dos comentários, inclusive meus. Vá lá e descubra qual aparelho eu uso atualmente. E pode aproveitar e também ler o review e ver o que o resenhador criticou no aparelho.Cada fanboy que me aparece...
Roberto Rocha
Applemaniaco, mais um..A diferença é que eu não estou comentando nem peruando em testes ou análises dos aparelhos da Apple.Não tenho a minima curiosidade...Ao contrário de você.
Matheus Sabadin Bueno
E tem o design capenga, adaptado, inacabado; animoji que é legal de se ver na apresentação e só...? Tudo bem. Fico com outras coisas.
Matheus Sabadin Bueno
Afirmações um pouco subjetivas, inclusive as minhas... Cada um oferece o que há de melhor em hardware, em seu universo. Não sei onde um é mais seguro que o outro, dado que foram descobertas diversas falhas em ambos. A Apple já foi mais simples e intuitiva; agora basta ir no software da câmera e ver que recursos básicos saíram de lá, deixando o menos intuitivo (entre outros). Essa coisa dos apps serem melhores, sim, nos extremos, mas é MUITO pouca coisa. Falar isso como vantagem do sistema IOS, já está BEEEEEEEM em desuso (me mostre uma análise séria, não vale Mac magazine, do S6 pra cá que aponte como relevante essa diferença)...
Resi
Veja "Geo-Disaster" apenas neste site e todos os idiomas estão em: NETFLIXHD0.BLOGSPOT.COM
Trovalds
Fandroid... mais um.
hamster
E tem Face ID, dobro de processador e animojis sem parkinson, recursos não presentes no s9 =P
hamster
Desculpe a pergunta, mas é sincera, superiores em que sentido? Sei lá, eu vejo o iPhone com melhor hardware, mais seguro, mais simples de usar, melhores apps...
Roberto Rocha
Na verdade acho o contrário. A Apple vender um telefone com o preço de um Samsung é que acho difícil.Mas, cada um faz suas escolhas, mas uma vez escolhido permaneça fiel a ela, não fique falando mal da galinha do vizinho se não tem uma igual.
doorspaulo
Levemente amarelada, com um pequeno burn-in na barra de notificações, e bateria trocada uma vez, e cogitando outra troca. Mas, não atrapalha no uso, pois não costumo consumir mídia no aparelho.Hoje, não faço nada pesado no aparelho, nem gosto de jogos mobile, então tá tudo certo.
Trovalds
Os aparelhos flagship com Android normalmente perdem uns 20% do valor original de lançamento em torno de 3 meses. É nesse momento que os menos afobados que não querem Apple mas querem um flagship entram. Agora quem compra Apple não tá preocupado se o preço vai cair daqui a 3 meses porque aparelho da empresa não diminui valor antes de 6 meses isso quando algum varejo faz uma desova de estoque encalhado. E nesse público a maioria esmagadora não tá nem aí quem tem conjunto melhor que quem, eles querem um flagship e pronto.Isso sem citar quem adquire celular atrelado à operadora pagando R$ 999/mês e a operadora faz acordo com fabricante pra oferecer um flagship "de graça" que normalmente não é da Apple. Aliás nenhuma operadora dá iPhone de graça pra cliente a não ser que ele consuma em torno de R$ 2.000,00/mês de conta e olhe lá.Se tiver curiosidade, passe por uma operadora ou por um varejo premium que venda celulares de ambos fabricantes e especule sobre o que os endinheirados querem como celular.
Matheus Sabadin Bueno
Vc parte da premissa que por pagar 4k as pessoas vão optar, parece que necessariamente, por status, e não é bem por ai. Fosse isso, não veria tantas pessoas com o S8 e S7. Claro, a escolha por status tende ao mundo Apple, infelizmente. Porém, S8 e S9 são, no conjunto, superiores a iPhone 7, 8 e X.
Krosna Terrestre
Tela amarelada talvez ?
doorspaulo
Enquanto isso, meu Galaxy Note 4 segue firme e forte até hoje. Estou procurando alguma desculpa para trocar ele, mas está difícil...
marcos_5000
Pelo menos 3300mAh no S9, já melhoraria bastante e me daria muita vontade de compra-lo.
Carlin
Chega a ser engraçado a falta de otimização que as fabricantes entregam, além do mais o Google não é tão rígido nos quesitos que os App's presentes na Google Play devem ter.
Carlin
E é justamente nisso que é estranho nos top de linha com Android, obvio que nenhuma fabricante entrega algo "intravável", mais imagino que a media de travamentos corriqueiros que acontecem em aparelhos top de linha Android deve ser menor que nos aparelhos hign end da Apple. E não sobre ter 4G, 6G ou 8Gb de memoria RAM, é sobre o gerenciamento de memoria RAM e a experiencia do usuário que as fabricantes devem focar! Infelizmente as fabricantes Android não perceberam tao em assim o quanto um software otimizado faz diferença!
Vsoco
Cara, só estou expressando minha singela opinião de que seria legal ter a opção mais potente com uma tela menor. Tranquilo, mermão!
Thiago Silva
Se eu já acho incrível a tela do meu J5 Pro, imagine a tela do S9/S9+, deve ser ótimo jogos e multimídia no aparelho. Parabéns samsung pelo aparelho porém preço abusivo como sempre.
Lucas Henrique
Ótimo review, como sempre!
Danilo Schreiner
Pois é, a bateria do S9 leva nota 7. A do Iphone X nota 9. Sei que não foi o Higa quem fez o review do Iphone, mas vai entender...
Paulo Higa
Só para explicar, a nota final, que é uma média de cada quesito, depende também do momento em que o produto foi lançado, da evolução dos concorrentes e do que se espera do produto.Na bateria, por exemplo, o Galaxy S8 levou 8/10; se não houve avanço no Galaxy S9, a nota não poderia ser a mesma (e isso já reduziria a média).Da mesma forma, a câmera do Galaxy S9 não é 10/10 (o S8 levou 10/10), mas muito provavelmente o S9+ é 10/10.A nota é um retrato rápido do produto, mas não é uma medida comparativa, especialmente entre produtos lançados em anos diferentes. :)
Paulo Higa
Só 128 GB.
Trovalds
A nota é justamente um reflexo da NÃO evolução de uma geração pra outra. É tipo o que a Apple fazia lançando as versões S no ano seguinte que nada mais eram que o antecessor só que refinado.E do próprio review: Já quem tem um Galaxy S8 não precisa correr: os avanços são menores do que parecem, a não ser que você troque por um Galaxy S9+, que traz mais RAM para melhorar o desempenho multitarefa e uma câmera com zoom óptico, como a do Galaxy Note 8.
Trovalds
E chegou o primeiro fanboy de marca... se você não entendeu meu argumento então não vale a pena a discussão.PS: LG X Power aqui, R$ 599 na época da aquisição. E ainda paguei esse valor totalmente contrariado porque não queira nada que ultrapassasse R$ 500 mas nessa etiqueta e abaixo é mais fácil não ter smartphone.
rocarmo
O S8 marcou 9,1 no seu review, enquanto o S9, que pelo texto é uma evolução em quase todos os sentidos, marcou 8,9.A câmera do S8 ganhou 10, enquanto a câmera do S9, que evo
Trovalds
Do review: Acho válido fazer uma observação: durante as minhas semanas utilizando o Galaxy S9 como meu aparelho principal, eu notei alguns engasgos ao alternar entre aplicativos. Isso aconteceu poucas vezes e de forma passageira, e talvez seja resolvido com uma atualização de software, mas mostra que o multitarefa não é o mais otimizado possível.E em hora nenhuma disse que a Apple está imune a nada ou é infalível.
Artur Bem Mongol
Kkkk estou no mesmo barco, é hora de começar a pesquisar preços do s8
brunofranca
Se você se preocupa com status, compra Apple, ele agora na versão mais cara tem resistência a água, tela oled e carregamento sem fio, recursos presentes nos Galaxys S5 e S6 alternativamente.
Lucas Carvalho
Claro, só tô dando o meu "testemunho", assim como fez o Higa.
Leandro Gonçalves
Concordo em relação ao preço. Mas à não ser que vc tenha utilizado apenas um xinguiling,já é consensual entre os que tem o topo de linha da Samsung de que eles não travam com a frequência que muitos imaginam ...A Apple tbm não é infalível nesse aspecto.Já vi muito neguim penando com a maça tendo engasgos...
Murilo Aquino
Anotado, more
Leandro Gonçalves
Um telefone quase perfeito mas mesmo assim o Higa não deu nem nota 9.0 no geral.Esperava que dessa vez íamos ter finalmente um 10.Pra mim,uma única conclusão : S8,seu lindo,aguarde que vou lhe usar em breve...hahahah!!
Gertrudes, a Lhama Morta
Tem gente que se contenta com menos, outros não. Não é a mesma medida pra todo mundo. Eu por exemplo me irrito muito com celular lerdo, mas também não tenho muita grana. Então compro o top de linha do ano passado da Xiaomi. Hauhauhuaua
Louis
A câmera da Samsung continua com tendência a deixar as fotos amereladas, como era no S7 Edge?
Lucas Carvalho
"Eu sou um grande defensor da ideia de comprar um smartphone topo de linha e trocá-lo a cada dois anos." Já eu comprei um Moto G primeira geração (R$ 700,00) e tô trocando agora (pouco mais de 4 anos depois) por um de R$ 450,00 da China. Vai de cada um.
Lucas Carvalho
Detalhe a escolha do momento da filmagem que será em slow-motion é feita automaticamente pelo software através da detecção de movimentos bruscos.
Trovalds
Pode ser o melhor flagship com Android à venda no mercado brasileiro mas ainda assim cobrar preço de Apple fica difícil. Status por status certamente o concorrente da maçã se sai melhor. E na análise fria você ver um celular de R$ 4.000,00+ engasgando é no mínimo uma piada de mau gosto.
Vsoco
> Versão menor tem câmera e hardware capadoOutra tendência que faz sentido para as marcas, mas é totalmente hostil aos usuários.
Magnosama
Queria muito um Pixel 2XL, tsc...