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iPhone 13, Watch 7 e mais: veja os lançamentos da Apple desta terça (14)

Em evento, Apple anunciou novos iPhone 13, Apple Watch Series 7, iPad 9, iPad Mini 6 e Apple Fitness+ no Brasil; confira todos os lançamentos e preços

Lucas Braga Por

A Apple fez seu tradicional evento de lançamento do segundo semestre, e a maçã anunciou o novo iPhone 13 com notch menor, iPhone 13 Pro com melhorias nas câmeras, Apple Watch Series 7 com proteção contra poeira e novos iPads. Confira tudo que a empresa anunciou e os detalhes de cada produto.

Detalhe das câmeras do iPhone 13 Pro (Imagem: Reprodução / Apple)
Detalhe das câmeras do iPhone 13 Pro (Imagem: Reprodução / Apple)

iPhone 13 e 13 mini

A linha iPhone 13 compreende os smartphones que devem atender a necessidade da maior parte das pessoas. O novo modelo está disponível em cinco cores (azul, branco, preto, rosa e vermelho), e o que muda entre o iPhone 13 e o iPhone 13 mini basicamente é o tamanho – o padrão tem tela com 6,1 polegadas, enquanto a versão menor e mais barata tem display de apenas 5,4 polegadas.

iPhone 13 (Imagem: Divulgação / Apple)
iPhone 13 (Imagem: Divulgação / Apple)

A linha iPhone 13 inclui o novo chip A15 Bionic com seis núcleos, sendo quatro núcleos voltados para eficiência e outros dois de alta performance. A Apple promete que o processador é 50% mais rápido que modelos concorrentes. A nova GPU (chip gráfico) também é mais rápida, e é capaz de lidar com 15,8 bilhões de operações por segundo.

O iPhone 13 não parece ser muito diferente do iPhone 12 – a principal diferença estética está no notch reduzido e no arranjo das câmeras. Por falar nelas, o sensor principal de 12 megapixel recebeu melhorias e consegue captar 47% mais luz em relação ao modelo anterior, o que permite melhores resultados em ambientes internos. Além disso, a Apple trouxe para o iPhone 13 a estabilização óptica por deslocamento de sensor, como no iPhone 12 Pro Max.

iPhone 13 (Imagem: Divulgação / Apple)
Cores do iPhone 13 (Imagem: Divulgação / Apple)

O novo Modo Cinema deve agradar quem faz vídeos com o celular: o recurso permite controlar a profundidade de campo durante ou depois a gravação, sendo possível ajustar o foco ou nível de bokeh.

Uma boa novidade é que a Apple deixou de vender o iPhone com capacidade de 64 GB, e a versão mais barata do iPhone 13 já começa com 128 GB; quem quiser mais armazenamento pode optar pelos modelos com 256 GB ou 512 GB.

O lançamento do iPhone 13 ainda não tem data marcada no Brasil, mas a Apple revelou os preços em reais:

  • iPhone 13 mini: a partir de R$ 6.599
  • iPhone 13: a partir de R$ 7.599

iPhone 13 Pro e Pro Max

Enquanto o iPhone 13 deve atender a maior parte das pessoas, a linha iPhone 13 Pro concentra os melhores recursos dos smartphones da Apple. O chip também é o A15 Bionic, mas o produto conta com tela ProMotion que ajusta a taxa de atualização entre 10 Hz a 120 Hz, dependendo do que está sendo exibido no momento.

iPhone 13 Pro em cinco cores (Imagem: Divulgação / Apple)
iPhone 13 Pro em cinco cores (Imagem: Divulgação / Apple)

As câmeras da linha iPhone 13 Pro receberam melhorias: a principal agora tem abertura f/1,5, permitindo melhores resultados em ambiente com menos luz, e a lente teleobjetiva passou a ter zoom de 3x. A câmera ultrawide, que permite maior campo de visão, agora entrega melhores fotos em ambientes com baixa luminosidade e é capaz de tirar fotos em macro, graças a distância focal de apenas 2 cm.

Outra melhoria está relacionada a bateria, que alcança autonomia 1,5 h a mais no iPhone 13 Pro ou 2,5 h extras no iPhone 13 Pro Max em comparação com a linha iPhone 12 Pro e iPhone 12 Pro Max. A Apple também passou a vender uma versão com 1 TB de armazenamento além dos modelos de 128 GB, 256 GB e 512 GB.

O iPhone 13 Pro ainda não tem data oficial para chegar ao varejo brasileiro, mas a Apple divulgou os preços locais:

  • iPhone 13 Pro: a partir de R$ 9.499
  • iPhone 13 Pro: a partir de R$ 10.499

A brincadeira pode ser cara: a versão mais cara (iPhone 13 Pro Max com 1 TB de armazenamento) sai por R$ 15.499. Ouch.

iPad de 9ª geração

O tablet da maçã com preço menos caro agora conta com o processador A13 (o mesmo da linha iPhone 11). Ele conta com a mesma tela de 10,2 polegadas, mas com TrueTone para ajuste de cores de acordo com a iluminação externa.

iPad de 9ª geração com Apple Pencil de 1ª geração (Imagem: Divulgação)
iPad de 9ª geração com teclado e Apple Pencil de 1ª geração (Imagem: Divulgação)

O design do iPad de 9ª geração não empolga, mas tudo bem: o produto é compatível com uma série de acessórios já lançados pela Apple e por outras empresas. Ele vem com sistema operacional iPadOS 15, utiliza o sensor biométrico Touch ID e funciona com a Apple Pencil de 1ª geração, que se carrega pela porta Lightning do tablet.

Fora isso, as novidades do iPad de 9ª geração se concentram na câmera frontal, que agora tem lente ultrawide, com ângulo de 122º para captar mais objetos no ambiente. O tablet também conta com o recurso Palco Central, que centraliza o interlocutor em videochamadas e aplicativos de vídeo.

iPad de 9ª geração (Imagem: Reprodução / Apple)
iPad de 9ª geração (Imagem: Reprodução / Apple)

Assim como todos os outros produtos, o iPad de 9ª geração não tem data oficial para chegar no Brasil, mas será comercializado pela Apple com preços iniciando em R$ 3.999. Há apenas duas opções de armazenamento: 64 GB ou 256 GB; uma versão com suporte a 4G também será vendida a partir de R$ 5.499.

Nova geração do iPad Mini

A Apple pegou muita gente de surpresa com o anúncio do novo iPad Mini: o tablet diminuto recebeu uma tela maior, agora com 8,3 polegadas graças a redução das bordas e extinção do botão Home.

iPad Mini de 6ª geração (Imagem: Reprodução / Apple)
iPad Mini de 6ª geração (Imagem: Reprodução / Apple)

A sexta geração do iPad Mini parece ser bem potente: ela conta com chip A15 Bionic – o mesmo dos novos iPhone 13. O tablet também trocou a porta Lightning em favor do conector USB-C, que permite compatibilidade com mais acessórios. Quem quiser usar a Apple Pencil deverá comprar a 2ª geração da canetinha, que se carrega no próprio iPad por indução.

Câmera traseira do iPad Mini de 6ª geração. (Imagem: Reprodução / Apple)
Câmera traseira do iPad Mini de 6ª geração. (Imagem: Reprodução / Apple)

Em comparação com a geração anterior, o iPad Mini 6 tem desempenho 40% maior e performance gráfica 80% melhor graças ao novo chip A15 Bionic. A tela tem 500 nits de brilho, camada antirreflexo e True Tone. O sensor de digitais Touch ID ficou integrado no botão liga/desliga, que se encontra na parte superior do tablet.

Porta USB-C do iPad Mini favorece conectividade com acessórios (Imagem: Reprodução / Apple)
Porta USB-C do iPad Mini favorece conectividade com acessórios (Imagem: Reprodução / Apple)

Assim como no iPad de 9ª geração, o iPad Mini 6 também tem câmera frontal ultrawide com o recurso Palco Central para enquadramento automático de pessoas. O equipamento será comercializado nas cores cinza-espacial, rosa, roxo e estelar, e também terá uma versão com suporte a 5G.

O iPad Mini 6 deve chegar ao mercado norte-americano no final da primavera e ainda não tem data para lançamento no Brasil. O preço não deve agradar os possíveis interessados: a versão mais simples do tablet com 64 GB de memória custa R$ 6.199.

Apple Watch Series 7

O Apple Watch recebeu uma grande atualização no evento da maçã. O smartwatch ganhou display maior graças a redução no tamanho das bordas, e a tela ficou mais resistente por conta de uma proteção de cerâmica que evita rachaduras.

Apple Watch Series 7 (Imagem: Reprodução / Apple)
Apple Watch Series 7 (Imagem: Reprodução / Apple)

A tela maior permitiu que o Apple Watch tenha um teclado virtual completo para responder mensagens: basta deslizar os dedos pelas letras para digitar palavras, como o swipe no iPhone.

Outra novidade está relacionada com a bateria: a autonomia continua a mesma, suficiente para apenas 18 horas, mas o carregamento ficou 33% mais rápido com o novo cabo USB-C – 45 minutos completam a carga, e 5 minutos são suficientes para o monitorar o sono de uma noite inteira.

Teclado no Apple Watch 7
Teclado no Apple Watch Series 7 (Imagem: Divulgação / Apple)

O Apple Watch Series 7 agora conta com proteção IP6X contra poeiras, além de certificação WR50 contra água. Ele chega com o novo watchOS 8, que recebeu melhorias para quem pratica ciclismo com detecção de quedas durante o exercício e pausa automática.

Assim como os outros produtos, ainda não há data para o lançamento oficial do Apple Watch Series 7 no Brasil. Os preços em reais também não foram definidos para o smartwatch.

Apple Fitness+ chegará ao Brasil em 2021

O “streaming” de programa de exercícios da Apple foi lançado em 2020, mas restrito a poucas localidades. A maçã anunciou a expansão do Apple Fitness+ para mais países, incluindo o Brasil.

Apple Fitness+ no iPhone e Apple Watch (imagem: divulgação/Apple)
Apple Fitness+ no iPhone e Apple Watch (imagem: divulgação/Apple)

O serviço oferece orientações para treinos de diversas modalidades, como pilates, dança, esteira, ciclismo e ioga. O acompanhamento pode ser feito pelo usuário através do iPhone, iPad ou Apple TV, com monitoramento simultâneo com o Apple Watch.

O revés é o Apple Fitness+ não terá conteúdo em língua portuguesa, mas a empresa deve legendar os exercícios. Os preços também não foram definidos – nos Estados Unidos, o plano custa US$ 9,99 por mês ou US$ 79,99 por ano, com possibilidade de compartilhar com até cinco membros da família.

Vem aí: iOS 15, iPadOS 15 e watchOS 8

A nova atualização dos sistemas operacionais móveis da Apple chegam na próxima segunda-feira, 20 de setembro.

Dentre as principais novidades, o iOS 15 e iPadOS 15 incluem o Modo Foco que permite configurar perfis de atenção ou distração, Safari com novo design, reconhecimento de texto em imagens e novas opções de privacidade.

Confira se seu dispositivo será compatível:

Comentários da Comunidade

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Vítor Gomes Neves Oliveira (@vctgomes)

Achei hilário ainda manterem o Apple Watch series 3 a venda mesmo com o lançamento do Series 7, enquanto mataram todos os Watchs series 1, 2, 4, 5 e 6.

Gustavo Guerra (@GustavoGuerra)

Acho que todos os lançamentos de hoje poderiam ser chamados de “versão S”, pequenas melhorias em relação a seus antepassados, e só.

Igualmente bugado aqui. Devem estar com um estoque gigantesco empacado na China.

Vítor Gomes Neves Oliveira (@vctgomes)

Né? O reposicionamento das câmeras do iPhone 13 normal foi um claro desespero pra tentar diferenciar dos anteriores

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

Mas é isso que a Apple faz a 10 anos. Gosto da marca, não nego. Mas também não sou sego, eles são extremamente calculistas no número de features que introduzem. Basicamente eles só implementam algo novo se conseguirem baratear o custo, caso contrário deixam sem.

O Apple Watch 7 por exemplo, usaram uma tela mais cara, e economizaram no arranjo dos sensores desse ano. Ano que vem a tela barateia e mudam o arranjo dos sensores …

Sensor shift, incluíram no iPhone mais caro ano passado, nesse já massificaram e no o próximo ano devem expandir para outras lentes, além da principal. O Cook já foi o tio patinhas da Apple, brigava por décimo de centavos em acordos. E hoje ele é uma versão mais poderosa disso, não duvido que ele tenha uma influência bem grande no que entra no corte dos produtos. Chegaram a comentar que a ordem de reciclar o design dos aparelhos foi dele, e esse pode ter sido um dos motivos que aborreceu o Ive…

Filipe Espósito (@filipeesposito)

Provavelmente é porque ter o Series 3 na linha impulsiona as vendas dos modelos mais caros, principalmente lá fora onde esses produtos são mais acessíveis. A pessoa vê o Series 3 antigão por $200 e pensa “ah, vou gastar mais um pouco e pegar um SE”.