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Eric Schmidt: Android não é fragmentação, é diferenciação

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Para aqueles que criticam a fragmentação do Android o ex-CEO e atual chairman Eric Schmidt tem uma resposta na ponta da língua: não é fragmentação, é diferenciação. Um dos líderes do Google participou de um painel promovido pelo portal CNET na CES 2012 no qual pode comentar essa característica inerente exclusivamente ao sistema de sua empresa (considerando as maiores plataformas).

Os números do Android são os seguintes: 55% dos aparelhos rodando Gingerbread, a versão comercialmente mais popular; 30,4% rodando Froyo; e somente 0,6% com o novo Ice Cream Sandwich, anunciado no fim do ano passado com visual renovado. Sem falar nas diversas fabricantes, que personalizam a interface, adicionam recursos, às vezes tiram aplicativos (volto a falar desse assunto muito em breve, aguarde). Há fragmentação?

"Diferenciação significa que você tem a escolha e as pessoas que produzem os telefones vão competir dentro de seus pontos de vista sobre inovação. Eles vão tentar e vão convencer que seus celulares são melhores que os de outro fabricante", disse Schmidt em linhas gerais, pontuando que a diferenciação do Android é algo positivo. Já a fragmentação apontada pelos críticos é negativa.

O chairman diz que permite aos fabricantes que modifiquem a interface do sistema, desde que isso não faça com que os aplicativos parem de funcionar. "Nós vemos isso como um diferencial; dá muito mais opções."

E o que é fragmentação para o nobre senhor Schmidt? Quando um aplicativo funciona em um dispositivo, mas não em outro. Algo que eles tentam evitar no Android mas nem sempre dá certo, como a gente bem sabe.

Sobre a Apple, Schmidt diz que a ideia de ter que verificar tudo antes que algo vá para a App Store não serve para o Google. Ele defende que ambos os modelos, de Google e Apple, vão dar certo por um tempo porque há espaço para isso. Só não há espaço para o Windows Phone, pois de acordo com ele a Microsoft está encurralada "em um problema de transição de arquitetura" (?) do qual pode não sair nunca.

Com informações: PC Magazine

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@edwilson_sousa
No meu ponto de vista o Google quer apenas marketshare com seus Android's, sem se importar se os usuários do sistema estão ou não tendo uma boa experiência. A Microsoft está seguindo o caminho oposto, controlando o hardware mínimo que os aparelhos com Windows Phone devem ter, além de já ter provado que mesmo com um numero variado de aparelhos e fabricantes os updates podem ser entregues a todos. Acho que a Microsoft conseguirá obter o seu objetivo de ficar com os insatisfeitos com o Android e com o iOS, pelo menos um bom sistema eles tem, acho que agora é apenas uma questão de tempo..
@edwilson_sousa
Concordo! A fragmentação É sim um grande problema do Android, e acho que o Google faz corpo mole para resolver esse problema.
@edwilson_sousa
Discordo um pouco. Pra quem tem aparelho "fraquinho" com o Eclayr sabe que a instalação de apps fica presa à capacidade da memória interna do aparelho, o Froyo resolve isso.. Sem falar que aos poucos os aplicativos vão deixando de ser suportados por versões antigas do Android, ou seja, ter o sistema sempre atualizado não é apenas um detalhe, isso é (seria, no caso do Android) fundamental para o usuário ter uma boa experiência com seu aparelho.. :)
JoseRenan
Que explicação tosca sobre a "fragmentação", não dá para engolir não. Mas fazer o que tem que dar alguma satisfação mesmo que não seja suficiente para levar em consideração..
Gustavo Avelar
E desculpe pelo tanto de palavrão no comentário de cima!
Gustavo Avelar
Ainda louvo o todo poderoso iPhone, mas se um dia eu fosse obrigado a usar outra marca preferiria o Windows Phone do que o Android. E para quem fala da Microsoft, que tenham minha opinião: Por mais que a empresa faça cagada, e que a maioria dos produtos sejam cagados, e o Windows seja uma tortura, a empresa provou que tem seus pontos fortes, e alguns produtos muito bons, como é o caso do Xbox 360, Kinect , Pacote Office (Principalmente o Excel) entre outros.
Manolo
Pelo contrario, quem decide o que usar é o usuário. Ao contrario do aifone.
Rennan Alves
Você colocou um ponto interessante: "mais do mesmo". Acredito que, a nível de sistema, ele meio que "precisa" ser mais do mesmo por uma questão de compatibilidade. Já no quesito usabilidade, este precisa estar em constante mudança tanto para tentar trazer novas experiências quanto para atrair novos consumidores. Seguindo estes pontos eu tiro o meu chapéu para a Apple, o IOS consegue ser "mais do mesmo" e ao mesmo tempo traz novos recursos de usabilidade que atraem novos consumidores. No caso do Android, o que levo a crer no seu sucesso é como ele nunca é "mais do mesmo", e isso também inclui o kernel: as fabricantes também fazem as suas modificações em cima dele (uma vez que esta é a proposta dele, ser "livre"). Somando isto, a nível psicológico, as pessoas também querem ser diferentes. Elas querem um sistema que se adapte a elas, com seus gostos, enfeites, aplicativos e etc, e não se adaptar a eles. Entretanto, a liberdade acabou virando um enorme problema: a fragmentação (também presente no Linux). E esta fragmentação acaba dificultando a vida tanto dos usuários quanto dos desenvolvedores: aplicativos que não funcionam em diferentes versões, pré-requisitos de hardware, falta de padrões na usabilidade, etc. Eu espero que a plataforma Android cresça e amadureça bastante ao longo dos anos, ele é um ótimo sistema que tem grande potencial para facilitar o dia a dia de muitas pessoas.
Leandro
ele falou, falou, e não disse nada, e ainda menosprezou o Win phone 7 q é um dos principais concorrente por causa dessa fragmentação. fail... ¬¬' a fragmentação é uma realidade e não há como voltar atrás, no fim das contas é uma carcateristica do Android pela liberdade q eles dão as empresas. Vide o Galaxy S q não vai ser atualizado por causa da Interface Touch Wiz da Samsung. Isso pelo menos para mim não é nada legal com os clientes.
@chato_albert
Legal, agora a Google tem seu próprio Steve Ballmer /
Breno Caldeira
O post estava legal até o Schmidt falar dos outros. Mania que esse povo tem de falar, e mal ainda, das concorrentes. Esquece os outros e foque em seu trabalho. :D
Victor
Mas em vídeo games...... Eu não acho que a M$ faça nada bom no quesito segurança ou performance, mas em jogos..... Eu mantenho um dual boot com o windows 7 só por causa dos jogos dela e dos jogos que dependem das ferramentas dela e isto que não gosto nem um pouco do windows.Ela fez vários clássicos como AOE que eu não encontrei nada que possa desconsiderar sobre este jogo. O direct X e o XNA que é sem palavras. o linux para jogos mesmo só vai com emuladores desde SNES a PS2 e Game Cube, tirando isto, ele não serve muito para jogos, uso ele principalmente para estudar programação e banco de dados e redes. De qualquer forma, seu exemplo já derrubou isto de "se entrar na frente, não tem como ganhar", só dificulta, pois as empresas que estão a mais tempo, terão mais experiência, mais clientes fieis, mais patentes tecnológicas, mais produção, etc.
Breno Caldeira
Hahaha! Eu te amo, André :D Meu Android tem o hardware mais porco e pobre possível: meio GHz de processamento, a pior resolução possível, muitoooo pouca memória e tá lá, rodando a penultima versão do Android, a 2.3.7. E muito provavelmente alugém do XDA/Cyanogem trará a 4.0 assim que este sair do forno. E quer saber de uma coisa? Da 2.1 até a 2.3, puff! Não faz tanta diferença assim, mania de achar que infeliz é aquele que está com o sistema desatualizado. Eu só atualizo porque eu me divirto brincando com novas Roms e as novidades.
Alexandre
Se EU fosse ele, tambem falaria essas coisas que soam meio bobagentas. Sabe, quando se tem alguns bilhoes na conta, um campo de distorção de realidade começa a se formar em volta do cidadao hehehe (jobs feelings) Eh claro que ele tinha q falar algo do wp7,5 , afinal, geralmente quando a MS foca em algum mercado, rouba um fatia grande, a exemplo do XBOX, e tao por isso, ele teme o mango. Acho que a microsoft seja a unica capaz de dar uma rasteira no android, mas demora um pouco ainda. Veremos em 2 anos o que acontece.
Scott
A Microsoft está tentando achar um ponto de equilíbro: garantir atualizações, boa performance do sistema sempre, aplicativos verificados (como a Apple), mas permitindo a diferenciação de hardware (como o Google, mas com várias restrições adicionais).
Gustavo Freitas (@axcdnt)
Algum estagiário falou a frase: "Android não é fragmentação, é diferenciação." Acho que Sr. Schmidt poderia ter encontrados outros bons argumentos, inclusive mais sólidos, para tentar provar a não fragmentação.
7megas
Ele insiste sempre no pior. Pobre diabo.
tchones
Humm, não sabia disso.. Então a MS está indo mais pelo jeito da Apple, com limitação de hardware, verificação de apps, etc, do que pelo jeito do Google, com liberdade total (e as vezes até excessiva) de hardware e software?
@heldercwb
O que eu vejo hoje em dia é o Google totalmente perdido no modelo de negócio que ela mesmo seguiu e divulgou. O Android infelizmente caiu na mesmice do Linux, não existe um padrão de fato e isso compromete o funcionamento e o processo de continuidade com qualidade do sistema.
Gerlado
Mas para o Google, o usuário é o produto. Não dá para esquecer que eles ganham a vida exibindo propaganda. O real usuário do google são as empresas que anunciam. Nós somos a audiência. O produto vendido. A idéia é só ganhar mercado para que o mundo use o google. Se for iOS, Android ou qualquer outra coisa tá bom, desde que usem o google. Estão se lixando para o usuário, desde que o android venda bem aumentando a base de usuários do google. Essa pose de "não fazer o mal" é conversa.
Geraldo
Disse tudo....
Scott
Engraçado. Falam que não tem fragmentação, mas não portam o Gmail do ICS para as versões anteriores. Se é tão fácil assim, porque não lançam, né? Ah sim, é porque "diferenciação" significa "obrigue o usuário a comprar outro aparelho para poder usar um aplicativo melhor".
TatoGomes
Mais ou menos, tchones. Porque a MS limita a grande diferença de hardware com alguns padrões, como processador single-core, resolução... Pode ver que a maioria dos smarts com WP7 são parecidos.
Gabriel Bemfica
Ambos estão equivocados. Explicando primeiro ao Rubens: a Microsoft possui rédeas bem curtas (e já foram mais, no começo do sistema) para os fabricantes que abraçaram o WP7. Inúmeros recursos, como câmera, processador, resolução de tela, entre outros, tiveram valores mínimos definidos para que o hardware pudesse receber o sistema, e, para a época, esses valores eram relativamente altos. Algum tempo se passou, a própria Microsoft relaxou um pouco os requisitos (aqui: http://tecnoblog.net/81589/windows-phone-requisitos-minimos/ ) (em parte para permitir a entrada da Nokia no jogo, em parte para viabilizar a produção de aparelhos mais baratos, e atingir um público maior), mas os aparelhos produzidos com o sistema da Microsoft não costumam ter grandes diferenças de hardware, não. Do lançamento do WP7 (e procurei aqui, mas não consegui achar o post do TB falando disso), vários aparelhos diferentes foram mostrados, mas todos eram muito parecidos em relação ao hardware básico: processador, memória interna, RAM, tela... E cada empresa se focou em uma funcionalidade a mais para destacar seus produtos. Um teclado QWERTY deslizante, uma câmera melhor, até uma tentativa de som surround (aqui: http://www.htc.com/www/smartphones/htc-7-surround/ que desconsiderou o simples fato de que não se pode ter um som surround num aparelho portátil, uma vez que as ideias de "portabilidade" e "som circundante" - melhor tradução de surround sound que consegui - são mutuamente exclusivas) foram ideias trazidas para vender os produtos. Então, vejamos, os aparelhos com WP7, nessa questão, são "diferentes, porém iguais". É mais ou menos o que acontece com o Galaxy S, da Samsung: o brasileiro é o único com TV digital, e, por isso, demanda certos esforços na atualização. Naturalmente, você pode instalar uma versão do Android feita para o modelo tradicional sem problemas, mas a TV não funcionará. Ou seja: há como se conseguir um WP7 genérico, que rode em todos os aparelhos, mas algumas questões aparecem: primeiro, o centro do meu argumento, é que as funções específicas de cada modelo não estariam presentes. E, por fim, os componentes com características iguais, mas construção diferente (como placa-mãe, gerenciamento de bateria, etc) demandariam drivers específicos, o que tornaria o sistema gigantesco (vide cópias do Windows XP vendidas em camelôs com drivers pré-instalados: mesmo sendo do XP, ocupam quase todo o espaço de um DVD), e inviável para um celular. Para finalizar, a questão é essa: a Microsoft obriga os fabricantes a oferecerem uma experiência padrão nos aparelhos, mas cada um tem liberdade para adicionar detalhes que fazem a diferença. Infelizmente, não é o que temos visto (vide as ridículas diferenças entre o Omnia 7, de outubro de 2010, e o Omnia W, de outubro de 2011: http://www.gsmarena.com/compare.php3?idPhone1=3537&idPhone2=4200 ): exceto os modelos Lumia (que já têm um certo destaque por serem Nokia, mesmo que não tivessem nenhum detalhe especial), o último aparelho com "algo a mais" lançado dentre os Windows Phone foi o HTC Titan/Ultimate, e, convenhamos, uma tela gigantesca não é um mote de vendas lá muito eficiente para ser usado sozinho (visto o finado e impopular - ainda que muito simpático, na minha opinião - Dell Streak 5). Ou seja: estamos sempre tendo "mais do mesmo", com aparelhos que se atualizam apenas para seguir as tendências do mercado, mas não para criá-las. E é aí que a Microsoft vai continuar pecando, ao menos até o Windows Phone 8. tchones: o ponto do Rubens foi: mesmo com todas as diferenças de hardware, como eu escrevi imensamente acima, a Microsoft obriga os fabricantes a oferecer uma experiência consistente e padronizada nos seus aparelhos. A OHS (consórcio que gerencia o Android, liderado pela Google) não impõe essas restrições, sendo que a única punição para fabricantes que não seguem as diretrizes para o desenvolvimento de produtos Android é a inabilidade de usar o Android Market (que, sou a prova viva, não funciona - possuo um tablet com especificações muito abaixo das definidas para o Android, e, com alguns workarounds, rodei o Market nele sem problemas). Naturalmente, há empresas se alimentando nessa falha (como o GetJar, que foi a primeira "app store" de que tenho notícia, nos idos tempos que um celular topo de linha rodava aplicações J2ME, no máximo Symbian - ou o AppBrain), além do fato de que se pode instalar apps independentemente no Android, e, para fechar o quadro, app "stores" de pirataria, como o Applanet e o Black Market. Assim sendo, temos aparelhos com 209384 chips, câmeras VGA interpoladas, telas resistivas e processadores que fazem até um microondas funcionar com lag. Sem Market, mas, ainda assim, "é Android", e o consumidor leigo acaba perdendo nisso. Fora as customizações de software/kernel (explicando: MotoBLUR e HTC Sense têm modificações a nível de kernel, e provavelmente TouchWiz e todas as "camadas de aplicação" - acho que é esse o nome "técnico" para essas customizações - são integradas ao sistema nessa profundidade) feitas pelos fabricantes, obviamente, que são um capítulo à parte, e não vou perder meu tempo falando aqui porque o texto já está gigantesco, e creio que todos os leitores do TB já sabem relativamente em detalhes dos problemas que acarretam. Para fechar: nesse ponto, o argumento é: por mais que possuam diferenças de hardware, todos os aparelhos com Windows Phone são obrigados a: 1) Atender a padrões mínimos exigidos pela Microsoft e 2) Oferecer a mesma experiência de uso (embora excessões sejam possíveis se forem tratadas de modo inteligente, como a HTC com o "HTC Hub"), não importando a marca ou modelo do aparelho. Assim, não há como ter uma versão de firmware "limpa", como no Android, simplesmente porque não há o que limpar. Nunca veremos algo como um CyanogenMod para Windows Phone, tampouco um aparelho no estilo da linha Nexus, cujo maior mote de vendas é exatamente oferecer a experiência Android pura. Qualquer aparelho com WP7 já é a experiência Windows Phone pura, e, nesse sentido, a Microsoft acertou bastante ao tender mais para o iOS que para o Android.
@Cobalto
Nope, nope, nope, a Microsoft tá ~matando~ o plugin pra Internet Explorer chamado Silverlight. A tecnologia RIA que é definida como silverlight que roda no Windows Phone continua firme e forte, assim como sua irmão mais velha o WPF para desktops. Então, para desenvolver páginas WEB sim, o C#+XAML como conhecemos está morrendo em prol do HTML5 + ASP.NET, mas no Windows Phone vai continuar lá de boa, passando apenas por um rebranding. Se você aprendeu a trabalhar com eles (o que não é tão complicado, vamos combinar que é C# com uma ~pagina~ XML por cima), você ainda vai saber desenvolver para WP7, e de quebra Windows também.
Gabriel Bemfica
Quase certo, mas não completamente. Naturalmente que o objetivo é, hipoteticamente, esse, mas todos (inclusive a Microsoft) sabem que, atualmente, é impossível obter com o Windows Phone o "sucesso" (entre aspas porque dependeu de N fatores e, principalmente, de sorte e bom papo do Gates e do Ballmer, nos anos 70/80 - existiam equipamentos melhores e mais baratos que os equipados com Windows, que não decolaram por diversos motivos, e a Microsoft fez seu sucesso não só no próprio mérito, mas principalmente no fracasso alheio) do Windows para computadores. Assim sendo, é nada menos que ingenuidade assumir que a Microsoft vai considerar o WP um fracasso se ele não atingir 90% do market-share de smartphones. Não tinham esse objetivo com o Windows CE, não tiveram com o Windows Mobile, e não têm com o Windows Phone. Claro que quanto mais gente usando a plataforma deles, melhor, mas certamente eles não acreditam piamente que vão obter o monopólio de SOs móveis como detêm o de sistemas para computadores.
Eduardo
Reclamam tanto de fragmentação mas pra mim os únicos celulares que posso chamar de "android google" são os da linha Nexus. Os outros são "distros" Android personalizados por cada fabricante. Google não interessa em deixar clara essa situação pra não prejudicar os fabricantes, aí acaba perdendo um pouco do marketing dos aparelhos que lança.
tchones
Mas entrar tarde na briga não quer dizer que seja impossível ganhar. Veja o exemplo de consoles: antes a disputa ficava entre Sega e Nintendo, mas a Sony veio quebrando tudo e depois a própria Microsoft ficou lado a lado com as maiores.....
tchones
"Tem Android com 2 chips, teclado fisico, controle de ps embutido, tv digital, processador de 1/2/5 núcleos. Nos outros não tem isso." e "Os 10 WP serão diferentes em hardware" Reparou que você entrou em contradição? O que diferencia um aparelho do outro é o hardware, não apenas o software.
paulorazia
Qual aparelho?? pq no razr ainda tem bastante jogo incompatível!! pra mim isso é medo da MSFT!!
@trovalds
Engraçado ele não focar nenhum momento em usuário. Tudo é fabricante. E o usuário que engula as merdas que os fabricantes insistem em colocar em seus celulares. O aplicativo não funciona no meu aparelho de US$ 650? Se for uma desenvolvedora grande, espere... se for uma indie, então. Windows Phone? Claro que tá encurralado! Num lugar onde o Android nem sonhou em chegar, que é criar uma interface totalmente diferente da concorrência, ter coragem de obrigar os fabricantes a seguirem regras rígidas em relação a hardware e facilitar a vida de quem desenvolve para a plataforma. Quem ganha com isso? Os usuários!
Thássius Veloso
Fim.
Rodrigo Oliveira
Esse é o Eric Schmidt tentando aplicar o campo de distorção da realidade
Yangm
E o meu Quench que não roda 2.1 rodando 2.3 magicamente melhor que a 1.5?
@EmanuelSchott
Tanto que a SE afirma com unhas e dentes que o X8 NÃO suporta o Froyo. To com o GingerBread (GingerDX), rodando que é uma beleza, até melhor que o Eclair original!!!
@MarcosOrdonha
O lado bom (para eles?) desta 'fragmentação" é certamente a competitividade oferecida. Um sistema que possa residir como plataforma para diversos fabricantes. Mas a liberdade das tais empresas sobre o sistema operacional joga na mãos delas uma responsabilidade linda: quem errar no adereço(obrigatório) junto ao Android, se acaba.(rsrs)
Kowalski
Tá bom, Eric... "Senta lá..." O "criador" da Interneta, Rodrigo Ghedin, chamou o Tio Eric de "Ballmer da Microsoft"! :lol:
Yangm
Você cai como um patinho na conversa dos fabricantes, não é mesmo, fanboy? Hardware nunca foi problema, mas sim as estratégias obscuras de mercado que as fabricantes aplicam.
Rennan Alves
Mas aí é que está, essa diferenciação tem um preço: fragmentação. E não falo somente de fragmentação de hardware, mas de software também, vide as diversas versões do Android e do complicado desenvolvimento para todas estas. Agora, some isto aos diferentes tipos de câmera, tela, iluminação, etc. etc., e pronto: a fragmentação está feita. Um android para isso, um android para aquilo. O Google é uma empresa grande e tem a minha admiração, mas eu ainda acho que ele entrou despreparado em um mercado que "explodiu" subitamente. Afinal, quem não lembra das fabulosas décadas de 80/90 com o Windows no computador pessoal e suas incompatibilidades??
Gabriel
É muito simples ganhar a discussão, enumerou as vantagens e ignorou as desvantagens do modelo do Google. Eu concordo que é interessante a personalização, não sei na versão 4.0, mas as melhorias da Motorola/Samsung/HTC tornam o sistema mais bonito e completo, pena que as vezes isso custa desempenho e, principalmente, não é opcional. Repito, ninguém reclama muito de bloatwares de notebook, porque é possível remove-los com razoável facilidade, bem diferente das personalizações dos fabricantes e Android. Basta da a opção, liberem o bootloader e os drivers!
RubensBrilhanteJr
Eu até acho que entendo o que o Eric quis dizer. Pegando 10 iPhones, 10 WP e 10 Androids . Os 10 iPhones serão iguais em hardware e software Os 10 WP serão diferentes em hardware e idênticos em software. Os 10 Androids serão diferentes em hardware e software. (por favor não levem ao pé da letra é só uma análise hipotética rápida) Tem Android com 2 chips, teclado fisico, controle de ps embutido, tv digital, processador de 1/2/5 núcleos. Nos outros não tem isso. Essa é a diferenciação que eu vejo.
Valerio
Eu acredito que é por causa do silverlight, aquele "plugin web" que a microsoft inventou, para que os programadores .net (me incluo nessa lista), pudessem fazer com que os aplicativos desktops rodassem com a mesma qualidade também num navegador de internet. É uma idéia legal, não era só pra ver filmes como alguns pensam... A idéia era tão boa que virou a base de programação do Windows Phone 7, pra quem não sabe todos apps do windows phone, são "programados" em silverlight. Só que a microsoft resolver "matar" o silverlight e isso meio que deixa os programadores do Windows Phone na mão... até vir o Windows8/Windows Phone 8, com uma nova arquitetura de programaçao.
Paulo Graveheart
nem eu que sou fã do Android engoli essa
@oroshy
Eu acho que ele quis dizer que a MS chegou muito tarde nessa briga, e passar a ser uma distribuidora de software mobile pode já ser tardio ou "loucura". E que a curva de fazer algo solido como o windows, vai ser algo complicado. Bom eu acho que é isso.
Thiago Leite
É, fragmentado = ruim; diferenciado = bom. Mas só que falar que não tá sujo, tá mal lavado heeheheeheheheheeh
Plínio
Ñ por ser um iOS user digo isso, mas sim por já ter usado Android. Android é uma merda. Fim.
Thássius Veloso
Também quero entender.
@oroshy
Hey Thássius, isso foi uma resposta ao VP da MSFT (como você gosta de chamar a MS)? http://www.theverge.com/2012/1/11/2699923/joe-belfiore-windows-phone-interview
@AndreHBuss
AAAAAAAAAA entendi, vc compra um celular com android ai lança a versão 3.1.12.132.243.32.43.43 no outro mês PUFF teu aparelho não rola pq falta um processador quad core + bateria nuclear etc aaaaaaaaa para ohhhhhhhhhh
Vinícius
Isso é desculpa pra não assumir um problema!! Fabricantes já competem entre si com ou sem Android, Basta dizer: Câmera de X megapixels, processador de N núcleos com Y GHZ, etc...! ! A google tem um problema que não conseguem (ou não querem) resolver por conveniencia, pois um sistema "aberto" e "editável" torna-se mais atrativo às operadoras e fabricantes, pois podem colocar o que quiserem e obrigar ou não o usuário a usar!!
Marcos Jahn
Creio que ele se refere à evolução Windows Mobile » Windows Phone. Mas, discordo do Sr. Schmidt. Isso não é um argumento válido, visto que o Windows Phone é completamente diferente do Windows Mobile (graças a Deus). Quem usou ou usa um Windows Phone, sabe o que estou falando. E para quem não usou, aconselho que dê uma olhada antes de falar mal.
Pedro
"Só não há espaço para o Windows Phone, pois de acordo com ele a Microsoft está encurralada “em um problema de transição de arquitetura” do qual pode não sair nunca." Não entendi bulhufas. Alguém pode me explicar?