Posso recuperar número cancelado por falta de recarga?

Ficar muito tempo sem colocar créditos no celular pode fazer com que o usuário perca a linha; saiba quanto tempo de tolerância Vivo, Claro e Tim oferecem ao consumidor

Ronaldo Gogoni
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• Atualizado há 1 ano
iPhone e chips de celular
iPhone e cartões SIM (Imagem: Arquivo/Tecnoblog)

Perder um número de celular pré-pago por falta de recarga é até que fácil, mas ter que conseguir um novo número de celular não é algo que as pessoas gostem de fazer sempre; entretanto, há meios de evitar isso. A seguir, saiba quanto tempo você pode ficar sem crédito no celular para não ter seu número cancelado por falta de recarga.

Tanto no pré-pago quanto no pós-pago, uma linha cancelada em definitivo não pode ser recuperada; o número do celular é liberado para uso por outro usuário.

Entretanto, é possível evitar o cancelamento.

Normalmente, um cliente perde o número do seu celular por falta de pagamento. No caso de uma linha pré-paga, o cancelamento está atrelado à validade dos créditos.

Dependendo do plano e operadora, os créditos podem ser usados de 30 a até 180 dias e, passado esse tempo, eles são bloqueados até o cliente fazer uma nova recarga, que será somada aos créditos não usados.

Quanto tempo posso ficar sem créditos no celular?

No pré-pago, cada operadora trabalha com um determinado período de “tolerância” para que o cliente não perca a linha por falta de pagamento. Veja detalhes abaixo.

1. Vivo

De acordo com a Vivo, para não ter seu número cancelado por falta de recarga, o usuário é notificado sobre o vencimento dos créditos e, caso ele não faça uma nova recarga após 30 dias, os serviços são bloqueados de forma parcial.

Neste cenário, o número fica limitado a ligações de emergência (190, 192), ligações para serviços da Vivo e recebimento de chamadas — menos a cobrar.

Recarga no app Meu Vivo (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)
Recarga no app Meu Vivo (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Passados mais 30 dias — 60 dias após a notificação — sem uma nova recarga, o número é bloqueado totalmente e permanece assim por mais 30 dias. Dessa forma, se o cliente não fizer uma nova recarga até lá, o número é devidamente cancelado.

A Vivo recomenda que o cliente coloque créditos antes que isso aconteça.

2. Claro

A operadora informa que após 180 dias sem colocar créditos, o número do celular cancelado; ele será liberado para outro cliente após mais 90 dias, mas a partir daqui, não há como recuperá-lo.

A recomendação oficial que a Claro dá a seus clientes é de que evitem ficar sem colocar créditos por longos períodos, de modo a não perder o número; uma vez cancelado, o processo não pode ser revertido.

3. TIM

Na TIM, o bloqueio parcial limita o número apenas a receber chamadas (menos a cobrar), acesso à internet, ligações para serviços da TIM e números de emergência, por 30 dias. Passado esse período sem nova recarga, o número é bloqueado totalmente.

Passados mais 30 dias — 90 dias após o vencimento dos créditos — sem recarga, o número é cancelado; a TIM também recomenda que o usuário coloque créditos antes do prazo limite.

Aplicativo TIM + Vantagens (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)
Aplicativo TIM + Vantagens (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Como recuperar o número de um celular roubado

Agora, se você teve seu celular roubado, é possível recuperar o número entrando em contato com a operadora em questão.

Você pode solicitar a recuperação de uma linha em casos de roubo, furto, perda, extravio, defeito, bloqueio de PUK, e troca de versão do chip (micro para nano SIM card, por exemplo). Contudo, é preciso pagar pelo chip novo.

Com informações: Vivo, Claro e TIM.

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Ronaldo Gogoni

Ronaldo Gogoni

Autor

Ronaldo Gogoni é formado em Análise de Desenvolvimento de Sistemas e Tecnologia da Informação pela Fatec (Faculdade de Tecnologia de São Paulo). No Tecnoblog, fez parte do TB Responde, explicando conceitos de hardware, facilitando o uso de aplicativos e ensinando truques em jogos eletrônicos. Atento ao mundo científico, escreve artigos focados em ciência e tecnologia para o Meio Bit desde 2013.

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