O governo federal estuda formas criar aquilo que chama de internet 0800. Consumidores e cidadãos poderiam se conectar a páginas de serviços fornecidas por empresas ou pelo governo sem pagar o custo da conexão em dispositivos móveis. A informação foi confirmada pelo Ministério da Comunicações na semana passada. Leia mais
Demorou, mas o Ministério das Comunicações respondeu nossas perguntas sobre a banda larga popular, que permitirá aos brasileiros contratar a conexão de 1 Mbps por R$ 35 mensais. O Ministério explicou que cada contrato terá especificidades, então não há como falar em banda larga popular de uma maneira unificada. Leia mais
A banda larga popular, uma necessidade dos tempos modernos, está em vias de se tornar realidade. Ontem, o governo federal assinou o acordo com as operadoras de telefonia para que o serviço comece a funcionar já nos próximos meses. Ainda assim, é notável que as metas do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) não serão cumpridas. Leia mais
Um dos gargalos da internet brasileira é o interesse das operadoras em oferecer o serviço em localidades mais distantes e economicamente desfavorecidas. Não faz nem uma semana que o Governo Federal, por meio do Ministro das Comunicações, disse que baratear o preço da internet no atacado é fundamental. E a TIM está engrossando esse coro.
Tablets e banda larga popular. Esses foram alguns dos tópicos respondidos pelo ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, durante entrevista concedida a jornalistas. Tendo em vista uma Campus Party abarrotada de geeks querendo comprar novos gadgets, o ministro disse que gostaria de aplicar a mesma política fiscal dos notebooks aos tablets. Ou seja, os impostos podem cair.
O Ministério das Comunicações anunciou esta semana as primeiras medidas para viabilizar o já falado Plano Nacional de Banda Larga, o PNBL, projeto do governo federal que pretende levar conexão de (mais ou menos) alta velocidade a preços módicos à população. Entre as medidas divulgadas até o momento está o uso de recursos do Fundo Garantidor de Investimentos do BNDES para oferecer linhas de financiamento a pequenos provedores, mesmo que eles não tenham garantias reais para oferecer em troca.
A entrega do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava prevista para essa segunda-feira (14), mas ela não aconteceu. Isso aconteceu porque o documento final que detalha o plano não foi ainda concluído.
- Leia mais: “Apresentado o Plano Nacional de Banda Larga”.
"Eu não recebi plano nenhum, companheiro."
O PNBL consiste em um conjunto de medidas para promover o crescimento da capacidade da infra-estrutura de telecomunicações no país a fim de disseminar a banda larga pelo país, e tem metas de elevar o número de acessos à banda larga no Brasil até 2014, com orçamento de R$ 75,5 bilhões.
Uma versão prévia do plano já havia sido apresentada na última reunião, dia 24 de novembro, e hoje deveria ter sido apresentada a versão final. A nova data de entrega do documento ao presidente ainda não foi marcada. [IDG Now]
Depois do plano da Banda Larga Popular apresentado pelo Governo de São Paulo, hoje, na esfera federal, foi a vez de ser apresentado ao presidente Lula o documento entitulado “Um plano nacional para banda larga – O Brasil em alta velocidade”, um conjunto de medidas para promover o crescimento da capacidade da infra-estrutura de telecomunicações no país a fim de disseminar a banda larga pelo país.
O documento, entregue pelo Ministro das Comunicações Hélio Costa, possui texto de 196 páginas escritas por técnicos da pasta e pretende atingir suas metas de elevar o número de acessos à banda larga no Brasil até 2014, com orçamento de R$ 75,5 bilhões. Algumas das metas são:
- Chegar a 30 milhões acessos fixos individuais no país, nas áreas urbana e rural, somando pessoas físicas e jurídicas;
- Atingir 60 milhões de acessos à banda larga móvel, entre aqueles acessados por smartphones e os que utilizam modens para acesso móvel (tecnologia 3G);
- Acesso à internet de banda larga a 100% dos órgãos do governo, o que inclui as 70 mil escolas públicas ainda sem esse recurso, mesmo as situadas em áreas rurais;
- Levar a banda larga também a todas as 177 mil unidades de saúde do país, às mais de 10 mil bibliotecas públicas e ao 14 mil órgãos de segurança pública;
- Implementar 100 mil novos telecentros comunitários até 2014;
O projeto parte das estatísticas sobre a internet de banda larga fixa em dezembro de 2008, que chegou a 9,6 milhões de acessos. Isso é equivalente a cerca de 17,8 acessos a cada cem domicílios e 5,2 acessos a cada cem brasileiros.
“Apesar do contínuo crescimento no número de acessos taxa anual média de crescimento de 49% entre os anos de 2002 e 2008 observa-se uma forte desaceleração a partir de 2004. Além disso, na comparação internacional com países que, sob determinados critérios, apresentam condições semelhantes ao Brasil (Argentina, Chile, China, México e Turquia), o país apresenta baixos níveis de penetração de banda larga”, afirma o documento.
Sem o plano, a estimativa é que o país chegasse ao final de 2014 com aproximadamente 18,3 milhões de acessos à banda larga fixa, um déficit significativo em relação aos 30 milhões da meta. [Folha Online]




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