O Google começou a divulgar um relatório mensal sobre a remoção de conteúdo protegido por direitos autorais no índice de seu buscador. No mês passado, a Microsoft foi líder em reclamações: pediu para o Google eliminar mais de 530 mil links indesejados. Mas parece que o setor jurídico da gigante de Redmond não é muito entrosado com os responsáveis pelo Bing.
Não, o título não está errado. De acordo com uma pesquisa realizada por um economista da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, a pirataria realizada por BitTorrent na verdade colabora com as vendas de músicas legítimas, ao contrário do que diz o senso comum e a indústria fonográfica.
A startup russa Pirate Pay promete acabar com os downloads ilegais e já recebeu grandes investimentos – no ano passado, a Microsoft contribuiu com US$ 100 mil. Os fundadores não revelam exatamente como o serviço funciona, mas o Pirate Pay é capaz de interromper a transferência de arquivos protegidos por direitos autorais entre dois usuários.
Uma pesquisa realizada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) estima que pelo menos oito em cada dez internautas brasileiros fazem downloads ilegais de conteúdo protegido por direitos autorais. O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (10/5) e considera a porcentagem de pessoas que baixaram músicas ou filmes nos últimos três meses.
O Reino Unido emitiu hoje uma ordem judicial que obriga todos os provedores de internet do país a bloquearem o acesso ao Pirate Bay. A decisão foi tomada após as autoridades entenderem que a disseminação de arquivos de torrents – em especial de vídeos, músicas e games – violavam severamente as leis de proteção à propriedade intelectual do país; algo que foi imediatamente celebrado pelos maiores players de cada uma dessas indústrias. Leia mais
“Podemos olhar seus arquivos se suspeitarmos de infração de direitos autorais” diz Rapidshare
às porO Rapidshare se posicionou mais fortemente contra a pirataria e infração de direitos autorais em um manifesto sobre “práticas responsáveis” publicado ontem e direcionado a serviços de armazenamento de arquivos. Uma das declarações nesse guia é um tanto quanto controversa: ele sugere que os serviços do tipo devem atualizar sua política de privacidade para que seja possível inspecionar arquivos de usuários acusados de infração de direitos autorais. Leia mais
A sobrevivência do Grooveshark está cada vez mais ameaçada. A EMI, uma das poucas gravadoras que ainda mantinha contrato com o serviço, acabou de romper o acordo. Com isso, o site de streaming de músicas perde o apoio da única das quatro grandes gravadoras do mundo; Sony, Universal e Warner estão processando o Grooveshark por quebra de direitos autorais.
A querida (só que ao contrário) RIAA anunciou segunda-feira que, depois de registrar consecutivas perdas em seus balanços financeiros por quase uma década, a indústria fonográfica fechou 2011 no azul. Pela primeira vez desde 2004 o setor registrou um aumento real na venda de músicas, encerrando o ano com um notável crescimento de 0,2%.
A retirada do ar do Megaupload acabou motivando as pessoas que usavam-no para armazenar arquivos pouco legítimos a adotarem outros serviços. Um deles é o Rapidshare, que tomou uma atitude um pouco drástica há algumas semanas: limitou a velocidade de usuários não-pagantes em 30 kbps. O motivo disso, segundo o que a empresa revelou nessa sexta-feira, não era para aumentar o número de assinantes mas sim para diminuir o uso ilegítimo do site. Leia mais
Considerado principal responsável pelas operações do site Megaupload, o empresário Kim Dotcom foi solto da cadeia em que permanecia desde que as polícias dos Estados Unidos e da Nova Zelândia deflagraram grande apreensão de equipamentos, veículos e outras posses dos envolvidos com o site. Naquele mesmo dia o Megaupload saiu do ar para nunca mais voltar — até o presente momento. Leia mais




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