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TV OLED LG B9: aposta acertada

TV OLED da LG surpreende pela qualidade de imagem, tem conectividade de sobra e capricha no webOS

Paulo Higa Por
Nota Final 9.2

Os televisores mais sofisticados da LG adotam a tecnologia OLED para oferecer preto perfeito e contraste infinito. O representante menos caro da linha é a B9. Nos tamanhos de 55 e 65 polegadas, ela promete tudo o que você espera de uma TV premium: além da imagem do OLED, a marca coreana trouxe um processador mais potente, um software mais completo e até alguns bônus, como as conexões HDMI 2.1.

A B9 tem integração com Google Assistente e Alexa, oferece espelhamento de tela com AirPlay e suporta as últimas tecnologias em sua tela 4K, incluindo Dolby Atmos e Dolby Vision. Mas ela cobra seu preço, com valores entre R$ 4,5 mil e R$ 9 mil no varejo. Será que ela vale tudo isso? Eu assisti a centenas de horas de conteúdos na B9 de 65 polegadas e conto minhas impressões nos próximos minutos.

Análise da TV OLED LG B9 em vídeo

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Nenhuma empresa, fabricante ou loja pagou ao Tecnoblog para produzir este conteúdo. Nossos reviews não são revisados nem aprovados por agentes externos. A B9 foi fornecida pela LG por doação. O produto será usado em conteúdos futuros e não será devolvido à empresa.

Design, conexões e controle remoto

TV OLED LG B9 - Review

Assim como as outras TVs OLED da LG, a B9 surpreende pela espessura do painel, que chega a ser mais fino que um celular. É claro que a carcaça ocupa mais espaço na região onde ficam os alto-falantes e as conexões, mas o design não deixa de impressionar à primeira vista. A moldura também é muito fina, trazendo um aspecto minimalista e bastante agradável ao ambiente.

No Brasil, a B9 tem uma base formada por um arco prateado feito em plástico, diferente do resto do mundo, onde a LG optou por uma peça mais discreta, parecida com a utilizada na C9. Definitivamente não é um formato que me agrada: o grande defeito da base do modelo nacional é que ela ocupa muito espaço na estante ou no rack, o que dificulta instalar uma soundbar na frente da tela.

TV OLED LG B9 - Review

As conexões ficam concentradas do lado esquerdo e se destacam mesmo entre TVs do segmento premium. São quatro portas HDMI, todas no padrão 2.1, o mesmo adotado pelo PlayStation 5 e pelo Xbox Series X, que só devem ser lançados no final de 2020. Ainda é difícil encontrar televisores que tenham uma única porta HDMI 2.1, então é bacana ver que a LG não economizou ao equipar a B9 com quatro delas.

Também na traseira esquerda, a B9 inclui três portas USB 2.0, uma saída de áudio óptica, uma entrada de antena de TV digital e uma conexão Ethernet. Os testes foram realizados em uma rede Wi-Fi 802.11ac na frequência de 5 GHz, que não apresentou nenhuma instabilidade.

TV OLED LG B9 - Review

O controle remoto é o Smart Magic, conhecido por funcionar como um mouse para navegar pelas telas do sistema operacional webOS. Ele é cheio de botões, responde bem aos comandos e possui teclas dedicadas para o Amazon Prime Video e a Netflix. Usar um mouse no ar exige certa coordenação motora, mas torna a interação mais fácil depois da fase de aprendizagem.

Um ponto positivo do controle remoto, que continua sendo universal, é que a LG melhorou a compatibilidade com os decodificadores de TV por assinatura do Brasil. Na análise da B8, eu reclamei de ter que fazer gambiarras, testando códigos de diversas marcas, para que o controle remoto funcionasse com um set-top box da Vivo. Isso não aconteceu na B9: na primeira inicialização, a TV já tratou de reconhecer os equipamentos ligados nas portas HDMI e configurou tudo automaticamente.

TV OLED LG B9 - Review

Qualidade de imagem

A qualidade de imagem da B9 é o que você esperaria de uma boa TV OLED. O ângulo de visão é impressionante, o preto é absoluto e o brilho é forte, o que resulta em um contraste impecável. O alcance dinâmico garante uma excelente visualização mesmo em conteúdos mais desafiadores, como cenas muito escuras, cujos detalhes simplesmente desapareceriam em um modelo mais barato com tela LCD. A experiência também é ótima ao assistir a filmes e séries compatíveis com Dolby Vision.

TV OLED LG B9 - Review

A uniformidade do preto é obviamente perfeita, já que os pixels pretos são desligados. Também não notei defeitos na uniformidade do cinza. Em cenas com muito branco, a B9 visivelmente limita o brilho da imagem, tanto para proteger o painel quanto por questões de consumo de energia. Mas, como a transição é suave e o brilho continua forte, a visualização não é prejudicada e a TV dá conta de ambientes muito iluminados.

Para quem joga, a B9 também se mostrou uma boa opção, com baixo input lag. Nos meus testes, em 4K a 60 Hz no modo de jogo, a latência ficou em torno de 15 milissegundos. É um excelente resultado, ainda mais em comparação com outras TVs OLED, como a Sony A8F, que fica na casa dos 45 ms, o que quase inviabiliza certos tipos de games.

TV OLED LG B9 - Review

Como a B9 tem HDMI 2.1 nas quatro portas, ela pode suportar 4K a 120 Hz, mas esse recurso não foi testado porque ainda não havia equipamentos no mercado capazes de chegar a esse modo de tela no momento da publicação deste review. Em teoria, isso poderia reduzir ainda mais a latência da TV em dispositivos compatíveis.

O tal do burn-in no OLED

Mas não tem como ignorar o elefante no meio da sala: o burn-in. O OLED é formado por compostos orgânicos que se desgastam com o uso, o que pode causar marcas permanentes na tela em regiões com imagens estáticas, como o logotipo da emissora de TV, por exemplo. Esse problema é virtualmente inexistente no LCD, mas é um ponto de preocupação no OLED, assim como era nas TVs de plasma.

TV OLED LG B9 - Review

A B9 tem uma série de proteções para evitar que isso aconteça em um ambiente doméstico, fazendo ciclos de limpeza periódicos nos pixels quando está desligada. O próprio software é preparado para reduzir o desgaste: a TV ativa uma proteção de tela quando uma imagem fica parada por muito tempo e diminui o brilho em áreas estáticas.

Nas cinco semanas de teste, não notei nem problemas com retenção temporária de imagem, mesmo após dez horas com a TV ligada em um canal de notícias. Ainda assim, só é possível ter certeza de como o painel se comporta no longo prazo, o que é inviável em um review padrão (até porque a análise só seria publicada quando o próximo modelo fosse lançado).

Eu prometo voltar daqui a um ano para mostrar como a TV envelheceu. Para os que já possuem uma TV OLED há um bom tempo, os comentários estão abertos para vocês contarem suas experiências.

Qualidade de som

TV OLED LG B9 - Review

Para um som integrado de TV, a B9 tem qualidade acima da média. Isso não é exatamente um elogio, dado o nível baixo dos televisores atuais, mas já pode dispensar a necessidade de uma soundbar para algumas pessoas. Os quatro alto-falantes em 2.2 canais têm potência total de 40 watts e de fato entregam isso na prática: o volume é alto, sendo suficiente para preencher mesmo salas de estar maiores.

No modo padrão, o som é claro, suficiente para entender bem os diálogos, mas sem exagerar em frequências muito altas que podem ser incômodas. Existe um recurso recurso batizado de Som IA, que promete melhorar o áudio com inteligência artificial. Ele funciona bem e se mostrou adaptativo, aumentando o detalhamento em programas de TV com muitas falas, mas sem tornar músicas brilhantes demais.

A B9 também arranha alguns graves, mas não chega nem perto dos sub-graves com os alto-falantes integrados. Ou seja, as explosões em filmes de ação e os bumbos de bateria nas músicas podem ser ouvidos, mas não tanto sentidos. Como a imagem é muito boa, a experiência se torna muito mais equilibrada com uma soundbar de qualidade (mas eu sigo aguardando por uma TV com som integrado realmente bom).

Software e funções de Smart TV

TV OLED LG B9 - Review

O sistema operacional da B9 é o webOS 4.5, com a mesma interface colorida e cheia de animações das outras TVs da LG. Não é a minha plataforma de Smart TV preferida: o Tizen, da Samsung, ainda consegue ser mais fluido e rápido para abrir aplicativos, além de contar com uma interface mais ágil e sóbria. De qualquer forma, o webOS acumula fãs e tem seus méritos por isso.

O leque de serviços de mídia é bastante completo, com Netflix e Amazon Prime Vídeo pré-instalados e acessíveis por meio dos atalhos do controle remoto. Os grandes nomes, como YouTube, HBO, Fox, Google Play, Apple TV+ e Spotify, também estão disponíveis. Chama a atenção o bom suporte às plataformas nacionais, como Globoplay, Globosat Play, Telecine Play, Claro Vídeo, Vivo Play e Looke.

TV OLED LG B9 - Review

A geração atual de televisores da LG também ganha pontos pelos recursos de casa conectada. O Google Assistente vem pré-instalado, e é possível encontrar a Alexa na loja de aplicativos. O botão do Amazon Prime Video no controle remoto, inclusive, se torna um atalho para a Alexa com um pressionamento longo. Usuários da Apple podem integrar a B9 ao HomeKit e espelhar a tela de um iPhone ou Mac por meio do AirPlay.

TV OLED LG B9 - Review

Mas os problemas ainda existem. Um comportamento muito irritante no webOS é que os serviços de mídia frequentemente recebem atualizações que impedem que o aplicativo seja aberto enquanto não estiver na nova versão. Sem contar as atualizações do software do controle remoto, que fazem a TV parar de aceitar comandos em momentos aleatórios. Isso quebra o fluxo e certamente não é a melhor experiência possível em uma TV.

Apesar de existirem arestas a serem aparadas, a plataforma da LG é uma espécie de canivete suíço. Se você quiser acessar um serviço, reproduzir um conteúdo ou usar um recurso novo, é quase certo que o webOS consegue fazer isso.

Vale a pena?

TV OLED LG B9 - Review

Vale, mas sempre com aquela ressalva.

A B9 é uma excelente TV. O ponto mais importante em um televisor é a qualidade de imagem — e a LG chega muito perto da perfeição na B9. É muito difícil encontrar defeitos mesmo para quem tem olhos treinados: o contraste é impecável, o brilho é forte e a gama de cores é ampla. Somando os recursos extras, como o HDMI 2.1, a tecnologia Dolby Vision e o bom processamento de imagem, é difícil encontrar um conjunto melhor que isso.

Por mais que outras fabricantes tenham feito avanços impressionantes no LCD, o OLED ainda está em outro nível. No Brasil, uma das TVs que mais chega perto é a Samsung QLED Q80R. O local dimming eficiente e o painel da Samsung conseguem oferecer um contraste excelente e um brilho até mais forte consumindo menos energia, mas a B9 fica um pequeno passo à frente e com um preço menor.

TV OLED LG B9 - Review

A LG também fez um bom trabalho em outros pontos, como o software, o design e o som que, apesar de não serem tão perfeitos quanto a imagem, estão dentro do que esperamos para uma TV do segmento premium. Além disso, por ser a OLED “básica” da LG, mas trazer todos os benefícios desse tipo de painel, o custo-benefício é ótimo para usuários mais exigentes que procuram a melhor imagem, mas não querem pagar mais caro só por causa de uma moldura de vidro ou um som fora de série.

A ressalva é a mesma de sempre: não tem como falar de OLED sem falar de burn-in. É um esquema parecido com as antigas TVs de plasma: quem se arriscava a comprar uma tela que teoricamente se desgastava com o tempo acabava tendo uma imagem muito melhor do que quem optava pelo caminho mais seguro, que era comprar um modelo LCD. É como escolher entre ações e renda fixa.

TV OLED LG B9

Prós

  • Contraste infinito, brilho forte e preto perfeito
  • HDMI 2.1 nas quatro portas e suporte a 4K120
  • Latência baixa no modo de jogo
  • Loja de aplicativos muito completa
  • Som integrado acima da média

Contras

  • Essa base poderia ser mais compacta, né?
  • webOS ainda dá umas engasgadas incômodas
Nota Final 9.2
Design
8
Conectividade
10
Imagem
10
Som
9
Usabilidade
9

Especificações técnicas

  • Modelo: LG OLED 65B9PSB
  • Tamanho do painel: 64,5 polegadas (164 cm)
  • Resolução: 3840×2160 pixels
  • Taxa de atualização: 120 Hz
  • Tipo de painel: OLED (WRGB)
  • Tecnologias de imagem suportadas: HDR10, HLG, Dolby Vision
  • Potência dos alto-falantes: 40 watts (2.2 canais)
  • Tecnologias de áudio suportadas: Dolby Atmos
  • Sistema operacional: webOS 4.7
  • Consumo de energia: 472 watts (máximo) e 0,5 watt (standby)
  • Entradas de vídeo: 4 HDMI 2.1 (ARC, HDMI-CEC), 2 RF
  • Saídas de áudio: 1 saída de áudio óptica digital
  • Outras conexões: 3 USB 2.0, Wi-Fi 802.11ac, Ethernet, Bluetooth 5.0, Wi-Fi Direct, DLNA
  • Dimensões (largura x altura x profundidade): 145x83x4,7 cm (sem a base) e 145x90x32 cm (com a base)
  • Peso: 24 kg (sem a base), 25,6 kg (com a base)

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@deibson

Cara tenho uma 49UJ7500, comprei na copa do mundo de 2018, a tv está do mesmo jeito até hj, recentemente comprei um soundbar da LG tbm o SK4D, e até agora não tenho o que reclamar tbm!

Tiago Jeronimo (@TiagoJL)

Vou colocar essa no alerta de preços, se aparecer uma promoção eu levo.

Tiago Jeronimo (@TiagoJL)

Tenho uma LG aqui em casa e não tenho do que reclamar, vai ver você deu azar, ou eu dei sorte.

@Vitor_vcd

Poxa Higa, todo review de TV noto a sua insatisfação com o som. Realmente, nas TVs novas está complicado.

Por incrível que pareça tenho uma Philips de 2011, LED LCD de 46", o sistema de som dela tem um falante dedicado de grave, para assistir shows e o Rock in Rio é perfeito. Não super alto, mas a qualidade é muito melhor que das TVs atuais, melhor até do que o Monitor/TV da Samsung de 2017 que uso pra trabalhar.

Fora isso, minha mãe tem uma TV de Plasma da Samsung há uns 7 anos, da última leva que saiu, e nunca deu burn-in.

Das TVs da LG mal conheço, pelo péssimo histórico de durabilidade da marca.

Paulo Higa (@higa)

A Sony A1E era ótima nesse quesito, com o Acoustic Surface que fazia parecer que o som saía da tela e com o subwoofer dedicado para graves. A A8F foi um pouco pior (depois cheguei a ver testes dizendo que ela atingia frequências até mais baixas, mas não foi o que eu ouvi na prática). São TVs que eu daria 10 para o som, apesar de, obviamente, serem inferiores a um sistema dedicado e de custarem R$ 20 mil na época.

No segmento “TV para pessoas mais normais”, a TCL C6 fazia um trabalho bom também. Mas é aquela história: é uma linha especial, focada em som, com design para destacar o som, para ter algo decente.

Eu nem exijo som impressionante nas TVs de entrada/intermediárias, onde qualquer economia faz diferença na competitividade do produto, mas no high-end precisa ser completo; é tipo vender carro de R$ 100 mil sem ar condicionado digital.

Fábio Laurindo (@Fabio_Laurindo)

Como o mercado fatura em cima de quem é leigo cobram 4,5 mil numa tv de Oled, mas um celular custa caro devido a tela Oled/Amoled.
Comparar o tamanho de ambos por polegada então, sem comentários.

Leo (@leonardoroese)

Ótima review Higa, bem completa.
Tenho comprado monitores da LG para escritório é um ótimo custo-benefício, boas cores também.

O WebOS parece ser um bom sistema também, tenho a intenção de comprar uma LG pra sala por causa do sistema também.

Mas queria comentar um pouco sobre a minha TV atual.

Tenho uma Viera da Panasonic 2012.
Comprei uma das ultimas TVs de plasma ou newplasma e tive a preocupação com o burn-in.

A TV passa muitas horas ligadas por dia em casa devem ser no mínimo 6. Até hoje nao identifiquei problemas em pixel, e as cores continuam maravilhosas, dificil comparar com outra TV de LCD, por isso, espero que dure muito mais.

O new plasma consome menos energia que o plasma inicial e chega mais perto do preto, mesmo assim consome bastante perto das LCDs, mas nada tão absurdo, está entre 200 e 300W, 42pol.

Pena que a fabricação do plasma é cara e foi descontinuada.

Andre Kittler (@Andre_Kittler)

“A B9 é uma excelente TV. O ponto mais importante em um televisor é a qualidade de imagem — e a LG chega muito perto da perfeição na B9.”

Por favor, falar isso é muito fácil quando dinheiro não é problema. Mundo real chato esse que eu vivo, quero o teu!!!

Existe um balanço que tem de ser visto por cada pessoa. Existe um ponto onde o ganho de qualidade de imagem é sutilmente perceptível em relação a TV imediatamente “inferior”. Porém as vezes a TV imediatamente inferior, com sua qualidade de imagem pior mas quase a mesma coisa, custa BEM menos.
Sabe o que fazer daí com essa diferença de valor? Compra tamanho. O maior SEMPRE é perceptível, indiferente do conteúdo que estiver assistindo.

Gerson Costa (@Gerson_Costa)

O sistema é bom, mas como sempre a LG não libera qualquer tipo de atualização, o navegador já vem obsoleto de fábrica, eu me arrependo de ter comprado, na próxima não vai ser lg com certeza.

Vitor Mariani (@Vitor_Mariani)

Tb tenho uma Panasonic Viera de 2010 sem nenhum problema. As cores dela são muito melhores que a LG UH6500 que tenho quarto. O único problema é que ela não é smarttv e hoje em dia é muito chato ligar a Apple TV ou então o ps4 para acessar Netflix, Amazon, Yt. Ela tb reflete muito a luz do dia, normalmente se tiver sol preciso fechar a janela. Como tive uma experiência ruim com a B7 estou pensando em pegar a Q80r. Esses dias estava por 3.800 na oferta da madrugada.

Leo (@leonardoroese)

O reflexo também é um problema na minha tv, posicionei ela em um local mais adequado aí fica tudo bem. Ela já foi smart mas hoje não funciona quase nada, tenho que usar o ps4 pra consumir conteúdo é chatinho o loading mesmo rs.

Dei uma Mi box de presente para meu pai colocar na samsung, fica standby abre super rápido quando liga, gosto bastante, realmente não espero muito do smart das tvs mesmo porque saem de linha muito rápido, na samsung que ele tem também já não abrem diversos apps, a mi box S salvou.

Saulo Benigno (@SauloBenigno)

@higa você falou de atualização de software do controle e que incomoda. Do jeito que você falou deu a entender que acontece bastante para incomodar o uso.

Eu tenho exatamente essa TV e nem lembro disso acontecendo, se aconteceu foi assim que liguei a primeira vez.

Que atualizações de controle remoto são essas? Eu realmente não sei como isso é, tenho vai fazer 1 ano já e não lembro disso

Saulo Benigno (@SauloBenigno)

Defasada? Hein?

Saulo Benigno (@SauloBenigno)

Como assim não libera atualizações? O software, WebOS, sua última atualização saiu agora em março/2020 , como não libera atualização?

Gerson Costa (@Gerson_Costa)

Quando compou a TV?

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